O quarto estava em silêncio. Apenas ouvia-se o som do aparelho ligado acima da minha cabeça. Era um monitor, onde passava os números da minha pressão arterial e dos meus batimentos cardíacos. Marcava 130x90 e embaixo 89. Pelo que eu entendia estava tudo normal, menos em minha cabeça. Meu coração estava apertado e tudo que que queria era que Leonardo voltasse logo e dissesse que a Sula estava bem. O homem que ele deixou na porta, volta e meia me perguntava se estava tudo bem e eu procurei não pensar que estava em um quarto de hospital na Turquia, escoltada por um homem vestido de preto que não deixava muito a duvidar sobre como resolvia seus problemas. Por que Leonardo tinha me metido naquela enrascada? E por que eu não estava com a menor vontade de me afastar dele? Ao contrário, contava

