Chego do colegio jogo minha mochila em cima da cama e me jogo na cama tmb depois de um tempo levanto e vou até meu closset pego um vestido simples cinza de manga de frio deixo os cabelos soltos.
Depois de me trocar me jogo na cama e quando estou preste a pegar no sono algum serumano falta quebrar a minha porta, me levanto não querendo e atendo a porta, quando abro vejo meu irmão suando e ofegante concerteza estava correndo.
-por que estava correndo? Vai tirar o pai da forca? Pergunto rindo de seu estado cansado.
-quase isso. Responde ele tentando conseguir fôlego.
-como assim? Pergunto ainda rindo.
-Lenitta é o papai. Diz ele já com seu fôlego recuperado.
-oque tem ele? Pergunto parando de rir e o encarando. -oque ele apronto dessa vez?
-não sei, mais ele precisa da gente vem. Diz ele me puxando.
-espera deixa eu coloca uma sandália não vou descalço.
Coloco uma gladiadora marrom e ele pega meu braço e me arrasta não sei pra onde, depois de um tempo chegamos no local onde meu pai estaria, entro não querendo e paramos no meio do putero isso mesmo PUTERO e pra minha surpresa tinha um monte de putas não magina vai ter padre no putero nossa mano eu viajo muito, mais voltando pra historia olhamos em todos os cantos e nada de achar meu pai até eu me estresa e ir até o bar e pergunta pro garçom se ele sabia onde poderiamos encontrar Antônio Martins, o garçom com cara de b***a aponto pra uma sala afastada do salão, eu peguei na mão do meu irmão e fomos até lá e vimos uma cena que partiu meu coração em bilhões de pedaços, meu pai em suas pernas eu ainda estava paralisada na porta.
-pai fala comigo por favor. Diz Jay chorando.
-filho como me encontro aqui? Pergunta meu pai cuspindo sangue.
-pai não fala nada, pode ser pior. Digo me agachando e colocando a mão em seu peito e ele assentiu.
-LIGA PRA AMBULANCIA, POLICIA QUALQUER COISA RÁPIDO. Grita Jay.
-não, não precisa eu tô bem vamos pra casa. Diz meu pai tentando se levantar.
-que casa, você vai pro hospital você tá muito machucado.
-filha você não entende eu mão posso ir pro hospital é muito perigoso, eu preciso ir pra casa. Diz meu pai cuspindo um pouco mais de sangue.
-NÃO.
-Jay cala a boca e me ajuda levantar ele.
Nos ajudamos ele a se levantar eu fiquei de um lado levamos ele até em casa, chegamos em casa minha mãe começou a gritar quando nos viu.
-MEU DEUS, OQUE HOUVE? ANTÔNIO FALA COMIGO QUEM FEZ ISSO COM VOCÊ?
-mãe depois você faz perguntas pega o kit de primeiros socorros por favor. Digo olhando pra ela.
-já peguei já peguei. Diz Jay ofegante.
Depois de um tempo meu pai já estava em seu quarto um pouco melhor, então me levanto para ir embora quando minha mãe me diz que o meu pai quer fala comigo, subo as escadas e a porta estava aberta eu paro na porta e fico olhando ele, ele não tinha me visto então me viro pra ir embora quando ele diz.
-filha. Fala meu pai com a voz rouca. -vem cá.
Eu caminho até ele e me sento do lado dele, e pergunto.
-pai quem fez isso com você?
Pergunto segurando em sua mão.
-você está tão linda grávida. Fala fugindo da minha pergunta.
-obrigada, mais não foi você que me xingo de p**a?
-águas passadas. -Eu te amo muito minha filha.
-também te amo pai.
-posso te pedir uma coisa?
-sim. Oque foi pai.
-quero que você vá embora dessa cidade o mais rápido possível.
-oque? Por que eu faria isso?pergunto assustada.
-eu fiz uma grande burrada, me perdoa?
-oque você fez? Pergunto friamente.
-tenta entender eu estava muito bêbado e não sabia oque estava fazendo. Diz ele começando a chorar.
-não vou perguntar de novo.
-e..eu t..e ve..ndi. diz ele gaguejando.
-VOCÊ OQUE? Gritei assustada.
Naquele momento senti um peso em minhas costas, meu próprio pai havia me vendido, não importa se ele estava bêbado ou não ele não tinha esse direito.
-por que você fez isso? Pergunto tentando me acalmar.
-por que eu acabei bebendo demais e não tinha dinheiro para pagar e logo pensei na sua Mãe, mais era muito alta a dívida ela não conseguiria pagar e também eu estava bravo com você.
-é por isso você acho mais facíl me vender?
-não.
-pra quem você me vendeu?
-filha eu não quero falar.
-pra quem foi? Pergunto cerrando os olhos e soltando sua mão.
-pra um mafioso. Ele diz e tenta pegar a minha mão mais logo me levanto e digo fria.
-quanto é a divida?
-10.000 mil, filha me perdoa.
-foram eles que te espancaram? Pergunto já imaginando a resposta.
-sim. Ele diz de cabeça baixa.
-quando eu me toquei na burrada que tinha feito fui atrás deles pra desfazer isso mais eles disseram que trato é trato e me espancaram, eu juro filha eu tentei desfazer mais não consegui, então por isso tô te pedindo pra você sair da cidade.
-como se fosse fácil assim né? Eu nunca imaginei que você fosse capaz disso e não adianta colocar a culpa na bebida. Falo e me viro pra ir embora quando chego na porta ele me chama.
-filha me perdoa? Pergunta ele e de relance pude ver ele chorar.
-eu nunca vou te perdoar por isso. Eu te odeio. Digo fria e saio desço as escadas chorando e eu escuto minha mãe falar algo olho pra ela e vejo sua expressão assustada.
-filha oque houve?
-le você tá bem? Pergunta Jay segurando minhas mãos eu nem preciso dizer nada, ele me puxa pra um abraço forte e acolhedor, sofro por numca mais poder sentir esse abraço e nisso minha mãe chega mais perto de Jay e nos abraça também.
-eu amo vocês. Digo chorando rios.
-também te amamos. Diz minha mãe e Jay.
Me solto deles e saio pela porta corro como se não tivesse amanhã, sinto a chuva começa a cair, mais não me importo, minutos depois chego no meu apartamento vou até meu quarto, pego a minha mochila tiro meu material e coloco dentro da mochila uma peça de roupa, um sapato e 500 reais, quando fecho a mochila escuto alguém bater na porta, pergunto quem é mais ninguém responde.
-Jay se for você pode ir embora, falo abrindo a porta e dando de cara com dois armários de terno, um deles segura meu braço e o outro tapa minha boca com um pano, nem tive tempo de revidar e do nada eu apago.
Acordo num porão, meio atordoada tento me mexer mais não consigo meus braços e pernas estavam amarrados, e do nada apareceu um homem com um sorriso maligno no rosto e diz.
-oi princesa.