família

680 Palavras
*POV JAY* Estou perdendo quem eu mais amo nesse mundo já faz um tempo, que minha irmã foi vendida e faz 1 semana que meus pais morreram. *flasback on* -filho eu te amo muito, quero que cuide da sua mãe, eu já errei com sua irmã não vou errar com vocês também, agora vá sua mãe já está no carro, vai vai. Diz meu pai com uma expressão de arrependimento e tristeza. -como assim cuidar da mamãe, e quem está vindo? Pergunto sem entender nada. -os caras que levaram sua irmã estão vindo atrás da gente, mais não vou errar de novo, vou atrasa-los. -mais pai eu quero ajudar. -você vai ajudar cuidando da sua mãe bem longe daqui, agora vai. Saio pelos fundos e entro no carro, quando olho pra minha mãe vejo que ela está chorando, eu apenas digo. -vamos papai vai atrasa-los. Digo olhando pra ela. -eu te amo querido. Diz minha mãe em lágrimas. Ela dá partida e vai, depois de alguns minutos o celular da minha mãe começa a tocar. -filho atende e coloca no viva-voz. Diz minha mãe olhando pra estrada. -tá bom mãe. Pego o celular dela e coloco no viva-voz. -senhorita Martins? Pergunta uma voz rouca. -é ela, quem fala? Pergunta minha mãe confusa. -Victor, eu vim trazer uma encomenda para você, mais como você não esta pode ser aqui mesmo. -oque seria? -isso. Quando ele diz isso escutamos um tiro vindo do celular. -o..oque f..foi i..isso? Pergunta minha mãe gaguejando. -isso foi só o seu marido entrando no inferno. Victor responde. -COMO ASSIM? minha mãe grita. -mais uma coisa cuidado com a estrada, ela anda muito perigosa. Ele diz e eu não aguentei e desliguei. Logo depois minha mãe para num posto de gasolina e diz. -filho vou abastecer aqui, vai la dentro e compra essas coisas aqui. Diz ela me entregando um papel com algumas coisas escritas. -tá bom mãe, já volto. Digo entrando na loja pego tudo que tinha que pegar, quando estou no caixa sinto algo estranho então olho pela janela que estava atrás no vendedor e vejo minha mãe com dois caras um deles segurava ela pelo braço e o outro apontava uma arma na cabeça dela, eu fico travado até minha mãe gritar. -CORRE. Escuto isso e um dos homens atira quando vejo isso saio do transe, deixo as compras lá e saio correndo pra alcançar um grupo de turistas que tinha ali, entro com tudo no ônibus e fico lá no fundo, quando sento abaixo minha cabeça e começo a chorar nem percebo quando caio no sono. Quando acordo estou em uma cidade que não faço ideia de onde é, então desço e fico sentado em um banco que tinha ali, começo a pensar no que vou fazer até que lembro do meu tio então resolvo ligar pra ele, pego meu celular e ligo depois de duas chamadas alguém atende. *LIGAÇÃO ON* -oi, o Otho está? -um minuto? Pergunta a voz. -claro. Depois de alguns minutos alguém aparece no telefone. -fala. -tio, sou eu Jay que bom ouvir sua voz. Digo contente. -também estou feliz em ouvir sua voz, cadê sua mãe? Já eram pra vocês estarem na barca vindo pra cá, não é? -... -Jay, você ta ai? -sim estou. Respondo com uma voz de choro. -que voz é essa oque houve? E cadê sua mãe. -tio...agente não vai mais pra i. Digo secando minhas lagrimas. -como assim? Por que? -a mamãe morreu. Digo e volto a chorar. -... -tio. Pergunto com medo dele ter desligado. -o..oi, e..estou a..aqui. responde ele gaguejando.-onde você está? -não sei numa cidadezinha. -Jay detalhes. -é, sla tio não sei. -pow assim não consigo te ajudar, vai Jay colabora. -Prado(desculpe não lembrei de nenhuma outra cidade além dessa.). Digo olhando em volta. -ta. Otimo faz assim vai até um hotel chamado DEL RIO. -você esta lá? -não. Mais vou ligar pra la e informar que você está indo, logo logo chego ai, tá bom? -ta bom, até mais tio.-há e obrigado. -pra que serve a família. *LIGAÇÃO OFF* --------------------
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