Meu nome é Nara e eu estou cursando a faculdade de linguagens, português e inglês pra ser mais exata, não é tão difícil quando eu achei que fosse, eu até que compreendi as aulas com muita facilidade, quem nós da português é o professor Levi e quem dá inglês é o professor Erwin a maneira que eles explicam é extremamente satisfatória, é calma de fácil entendimento.
A quase ia me esquecendo o Levi tem um filho o qual também faz faculdade junto comigo, praticamente crescemos juntos, isso tudo pq minha mãe Hange é grande amiga do Levi, pelo menos na expectativa dela.
O garoto se chama Jean, nossa ele é lindo, eu não deveria admitir assim fácil mas eu tenho algo com ele, não sei dizer direito, mas que ele é um gostoso ele é, meu pai, um pedaço de m*l caminho, e eu adoraria que fosse só um pedaço, mas ele adora me provocar e eu não ligo pois como crescemos juntos temos i********e suficiente pra isso.
Inclusive eu queria avisar que eu tenho algumas dificuldades em português as quais o Jean é muito bom.
Estávamos fazendo alguns exercícios quando Levi para ao lado da minha mesa.
-Quando der o sinal fiquem na sala quero falar com vocês-ele diz num sussurro se referindo a mim e ao cara de cavalo, apelido carinhoso que um de nossos amigos deu pra ele e eu aderi.
O tempo foi passando e eu me preocupava com o que ele queria, espero que ele não tenha notado em nenhum momento as minhas provocações com o Jean que já duravam uns dois meses, mas acho que ele não notou afinal a atenção dele e não matar duas garotas da sala, elas são insuportáveis, elas estão lá pra simplesmente dar em cima do professor.
Finalmente a aula havia acabado e todos estavam se retirando.
-Vocês vem com a gente?-Armin pergunta.
-Vamos depois, Levi quer falar com a gente-falo.
-Vamos estar no lugar de sempre, estaremos esperando vocês-annie avisa e sai com Armin.
Levi nos chama e olha o nervosismo.
-Não é nenhuma reclamação, só preciso que vocês se ajudem-ele fala.
-Como exatamente?-pergunto.
-Como vocês já devem saber a Nara é péssima em verbo transitivo, vocês aprenderam isso no oitavo ano-ele fala.
-Eu posso até ter aprendido mas esqueci, isso nunca entrou na minha cabeça-falo.
-Por ironia do destino o Jean é ótimo em verbo transitivo, olha que vocês sempre sentaram juntos-ele fala-você pode ir lá em casa nos dias livres que eu ajudo você sem problema.
-Eu adoraria, seria de grande ajuda, posso começar amanhã?-falo.
-Claro, amanhã na minha casa as 19 tá ok pra você?-levi pergunta.
-Claro-respondo animada.
-E onde eu entro nisso?-Jean pergunta.
-Você vai ser o apoio, vai ajudar ela nos exercícios e nas aulas-ele fala.
-A então tá bom, vamo indo Nara tô morrendo de fome-Jean me chama.
-Obrigado Levi tchauzinho-saio da sala.
Vou o caminho todo conversando com o Jean sobre assuntos banais, quando finalmente encontramos nossos amigos.
-Ai casal feliz-falo me referindo a História e Ymir, Ereno e Shay
-O que o Levi queria com vocês?-Eren pergunta.
-Então vocês já devem saber como sou péssima em verbo transitivo-falo.
-Desculpa amiga mas vc não é péssima, você é horrível-Shay fala.
-É mesmo nunca entrou na sua cabeça sobre isso-Historia fala.
-Nossa gente calma aí, seis falam como se eu não entendesse nada-recebo olhares duvidosos de todos-ta, talvez eu não entenda nada.
-Mas o que rolou pra vocês ficarem lá?-Sasha pergunta.
-Nada demais, só vou começar a fazer aulas particulares, não exatamente aulas, é mais um reforço-falo.
-E o que o cara de cavalo tem haver com isso?-Connie pergunta.
-Acreditem ou não ele é um dos melhores em verbo transitivo-falo.
-Por essa ninguém esperava-Reiner fala.
-Acho que esperava já que ele é filho do professor-Ymir fala.
-Agora eu que lute pra esse negócio entrar na minha cabeça-falo.
No tempo livre depois da faculdade ou de finais de semana, a gente se reunia na casa da História, era aconchegante, inclusive grande, boa parte dos dias q gente dormia ali, alguns não dormiam né dona Shay e senhor Eren.
Já fazia um mês o qual eu ia na casa do Levi e ele me ajudava, como sempre o Jean como apoio, mas é difícil quando o apoio fica me olhando fixamente.
As provocações continuavam na faculdade, ele sempre passava a mão na minha coxa, mas eu nunca me importei inclusive ele sabe que eu gosto disso, temos i********e o suficiente pra isso, crescemos juntos, quase nada é estranho pra gente. Ele sempre deitava no meu colo, somos melhores amigos também, ninguém achava nada disso estranho, eu fazia carinho no cabelo dele, ele faz no meu. Somos os melhores amigos que todo mundo acha que se pegou mas nunca aconteceu nada, agora não sei dizer que nunca aconteceu nada por ela ou por mim.
Foi por ele, as meninas sabem da minha queda por ele, não é pouca, sempre me perguntaram pq eu não falava nada pra ele, era simplesmente pq eu não queria estragar a amizade que temos.
Enfim, parece que eu finalmente estava começando a entender verbo transitivo depois de quase dois meses, sim meu raciocínio tá se esforçando pra aprender isso.
*QDT*
Hoje realmente fazia dois meses a quais eu ia todo final de semana na casa do Levi, acho que finalmente aprendi isso direito.
-Nara hoje é sua última aula você tá indo bem-Jean sorri.
-Até que enfim, eu fritei metade dos neoronios para aprender isso-falo.
-Mas pelo menos conseguiu-ele faz um toca aqui e eu retribuo.
A aula da faculdade havia terminado e fomos almoçar com o resto do pessoal.
-Proximo final de semana livre?-Eren pergunta.
-Yes-falo animada.
-Vamos pra onde?-Connie pergunta.
-Praia?-Sasha sugere.
-Parque de diversão?-Shay fala.
-Churrasco?-Eu e Jean falamos juntos.
Nós entre-olhamos e rimos.
-Churrasco-todos falam juntos.
-Todo mundo em casa em galera-Historia fala.
Sem a irmã dela em casa as coisas ficam meio vazias então sempre vamos lá pra que ela se sinta sozinha, quando não dá pra gente ir a Ymir vai, teoricamente a Ymir tá quase morando lá.
Continuamos planejando nosso rolê, vai ser churrasco básico com piscina, cadeira de plástico, toalha na cintura e enfim.
Ficamos conversando horas e horas até eu perceber que eu deveria ir pra casa tomar banho pq essa seria a última aula.
Me despeço de todos e vou pra casa, vim sozinha, mais rápida que o Zenitsu, o medo de andar sozinha.
Chegando em casa, tomo o banho, troco de roupa, procuro algo pra comer, escovo os dentes e vou pra casa de Levi.
Quando cheguei lá uma cena estranha, minha mãe saindo pra dar rolê com meus professores.
-Narinha meu amor eu sei que é sua última aula, mas como é só revisão o Jean te ajuda-Minha mãe fala dando tchauzinho.
-A sua mãe é meio doidinha-Jean ri.
-É o jeitinho dela e eu gosto-rio.
Entramos pra dentro e ele me passou toda a revisão, chegou uma hora que estávamos com fome novamente.
-Quer pizza?-ele fala.
-Com coca por favor-falo e ele concorda.
Assim ele vai pedir a pizza e pelo que ele disse não vai demorar nadinha.
Ficamos na sala assistindo até a pizza chegar. Devoramos ela inteira em poucos minutos e fomos escovar os dentes.
Pegamos essa mania do Levi que desde pequenos nos ensinou a escovar os dentes e lavar as mãos a qualquer hora, qualquer momento e agora eu não sei como mais nada sem escovar os dentes depois e eu até gosto desse hábito.
Terminamos de escovar e eu fui lavar a louça, decidi que dormiria ali, eles estavam acostumados mesmo, como mencionei eu cresci junto com o Jean então era normal eu dormir na casa deles, havia muitas coisas minhas lá.
Por algum motivo eu estava cansada eu nem sei do que, mas parece que ele sente, ele me abraçou por trás e eu tinha adorado, eu amo quando ele me abraça.
Porém, ele me virou de frente pra ele e chegou perigosamente perto, e num passe de mágica havia selado nossos lábios, era um beijo quente e necessitado, paramos pela falta de ar e ficamos nos olhando.
É como se falássemos por telepatia, ele segura minha cintura e me pega no colo me levando em direção ao seu quarto, ele tem uma queda e queria também, mas eu só descobri agora, lerdeza você me paga.
Chegando em seu quarto ele me coloca na cama, parece que ele volto ao normal??
-Nara?-ele me olha.
-Eu?-falo.
-Me desculpa...eu...eu não queria é só...-ele se perde nas palavras, primeira vez que isso acontece.
-Ta tudo bem-sorrio.
-Então eu posso continuar?-ele pergunta.
-Eu não seria nem louca de parar agora-falo.
-Mas nossa amizade vai continuar?-ele pergunta, agora eu vejo que talvez tenha sido egoísmo meu, ele tem o mesmo medo.
-Claro que vai, somos melhores amigos, agora seremos melhores amigos que se pegam-falo o tranquilizando.
Ele me beija novamente e eu retribuo, dessa vez era mais quente, cheio de necessidade.
Eu falei que somos melhores amigos, pq somos, mas acho que minha queda por ele é mais que t***o, eu realmente me apaixonei por ele.
Ele me puxa pra seu colo, paramos pela falta de ar e ele tirou a camiseta dele assim como eu tirei a minha.
Ele olhava descaradamente para meu corpo.
-Acho que vim para o paraíso-ele sorri.
-Para-automaticamente fico vermelha e sorrio.
-Nunca gostei da sua autoestima ser tão baixa olha isso Nara, já viu o quanto você é linda, o quanto é gostosa?-ele olha no fundo dos meus olhos.
-Farei questão de te deixar toda marcada pra que toda vez que você se olhar no espelho ver minhas marcas realçando o quão seu corpo é lindo-ele chega perto do meu pescoço é começa dando leves mordiscadas, passando a língua, enquanto suas mãos percorreram meu tronco.
Faltava poucas peças pra que estivesse totalmente exposta em sua frente.
Ele volta a me beijar usando aos mãos pra desabotoar meu sutiã e sua calça minha saia logo em seguida.
Ele revezava meus s***s com a boca e a mão, ele deixava chupões que ficariam marcados mas nada que me machuque.
Ele me coloca deitada, puxando minha calcinha agora sim me deixando totalmente exposta aos seus toques. Ele beijava cada parte do meu corpo, deslizando os dedos e olhando como se estivesse gravando cada parte do meu corpo, cada detalhe, como se eu fosse uma obra de arte sendo observada por seu artista.
Ele volta pra minha boca e eu que não sou boba troco as posições fazendo com que ele ficasse sentado novamente, ele levantou levemente a cintura pra que conseguisse puxar a calça e sua cueca, vendi seu m****o sair pulsante, era maior do que eu esperava e mais grosso também.
Começo dando leves lambidas em toda a glande passando levemente os dedos, olhei pra cima e vi um cara de 1,90 fixado em meu corpo abaixo de si. Parando com a enrolação coloco na boca e ele de imediato prende meu cabelo com um coque do jeitinho que ele sempre prende.
Após alguns minutos sinto seu m****o pulsar na minha boca, o deixando na vontade paro oq estava fazendo e passo o polegar em meus lábios que já estavam inchados devidos ao tanto de beijos anteriores.
Ele me olha com reprovação, mas logo sua face muda novamente a uma face extremamente erótica que só de olhar chorei... não disse por onde.
Ele me coloca sentada na cama e me beija, vai em direção ao meu lóbulo e deixa um beijo ali, ele volta a minha boca.
-Queria te fazer minha-ele sussurra contra meus lábios.
-Esta esperando o que para fazer?-sussurro.
Ele me beija, descendo pelo meu corpo, tocando tudo que ele pode com aos mãos. Chegando na minha i********e ele passa os dedos levemente e começa dando beijos e chupões na parte de dentro das minhas coxas. Logo sua língua chega a minha i********e onde ele lambeu e beijou tudo que podia, essa sensação do metal gelado de seu piercing na língua é impagável e inimaginável.
Ele começa a passar dois dedos por toda minha i********e deixando-os molhados o suficiente pra que entrem com facilidade, assim colocando dois dedos dentro de mim, enquanto mantinha dois dedos ali, sua mão livre apertava meu s***s descaradamente, sua língua se encontrava em contato com meu c******s que ele achou com tanta facilidade.
Sinto meu interior se contrair e ele tirar os dedos, isso foi uma espécie de vingança?.
Vejo ele se virar a uma prateleira do lado da cama, pegamos uma embalagem prateada.
-Nossa cara de cavalo, tava adivinhando?-sorrio.
-Comecei a deixar aqui quando você começou a ficar até tarde aqui em casa-ele sorri ladino me olhando de canta, aquilo foi extremamente sexy.
Ele abre a embalagem, colocando o preservativo em seu m****o e me olhando fixamente, ele abaixa o tronco para me beijar, assim colocando direto com força, senti uma lágrima escorrer, mas logo a dor deu lugar ao imensurável prazer.
Senti meu corpo fazer uma meia lua, ao sentir algo acertando com tudo no ponto certo, Jean eu não tenho mais sanidade nenhuma.
Ele continuou com estocadas fortes e lentas o que eu adorava, as vezes alternava o ritmo, ia me beijando e não demorou muito pra que chegasse ao meu ápice e ele logo em seguida.
Deitamos um do lado do outro com as respiração e batimentos sincronizados.
-Agora você é minha certo?-ele pergunta.
-Assim como você é meu-falo.
Ele me beija novamente e volta a passar a mão pelo meu corpo, aquilo não acabaria ali, podemos dominar a noite.