Abri a porta para o Carter temendo que a presença do irmão na minha casa fosse ser um enorme problema, Dylan é um tanto desaforado e o irmão não fica atrás, dois cabeças duras. Luna – Boa noite, como está? Carter – Bom, do almoço para cá estou bem. sinto por ter acabado estragando seu momento com seu avô, nem imaginei que pudesse demorar tanto. Luna – Vamos entrando, não quero conversar sobre a empresa, já estou ficando louca com aquele lugar. Carter – E é só o começo. Assim que nós nos aproximamos da sala que ele ouviu a voz do Dylan com as meninas ele deu uma travada no caminho. Observei ele apertar a mandíbula com uma força imensa, quase pude ouvir o protesto de seus dentes. Carter – O que ele faz aqui? – Se virou na minha direção para me olhar. Luna – O mesmo que você, ve

