57

2248 Palavras

HEITOR NARRANDO. — PAI. — Gritei assim que entrei no galpão da La Rosa. Mas, o galpão estava vazio, eu não pensei em nada só corri lá para dentro. O desespero bateu em mim, o meu pai não ia conseguir resistir a tortura do Dimitri. — Ele não está aqui c*****o, ele não está aqui. — Gritei para os meus homens assim que eles entraram no galpão. — Calma senhor Heitor. — Francisco tentou me acalmar. — Como eu vou me acalmar p***a, eles estão com o meu pai, quase mataram o meu irmão. — Gritei. O meu celular começou a tocar, peguei no bolso e vi que era o meu pai. — É o numero do meu pai, será que é o Dimitri? — Falei. — Atende. — Francisco respondeu ~ início de ligação. ~ — Pai. — Atendi. — E então? Como foi? — A voz dele soou na ligação e eu consegui respirar aliviado. — p**a

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR