Marcos e Bruna não se separaram, nem por um segundo sequer para respirar. A fome um pelo outro era imensa, a saudade que tinha dilacerado seus corações quando estavam distantes dera lugar a um amor avassalador e um desejo pulsante. Era como se eles não quisessem se soltar nunca mais, com medo de que, ao abrir os olhos, tudo aquilo se revelasse apenas um sonho passageiro. Bruna se agarrava cada vez mais a Marcos, que a apertava forte, como se quisessem se fundir em um só ser, como se fossem capazes de transcender o mundo ao seu redor e criar um universo só deles. Era um momento intenso e poderoso, onde o tempo parecia parar para permitir que eles se perdessem um no outro mais uma vez. O sol começava a cair lentamente no horizonte, tingindo o céu de tons quentes e dourados, enquanto Marcos

