capítulo 105

983 Palavras

Fantasma narrando Fiquei uma cota lá no posto esperando notícia do Cabeça. A tarde inteira, os médicos entrando e saindo, aquele cheiro de álcool, máquina apitando e ninguém dando resposta concreta. Quando a enfermeira apareceu com aquele papel na mão e me chamou de canto, já senti que vinha bomba. E veio: o tal exame de DNA, positivo. Ali mesmo eu senti minha cabeça latejar. Não pela notícia em si, mas pelo que aquilo podia significar dentro do morro. Um DNA jogado na hora errada vira guerra. Assim que ela terminou de explicar, eu agradeci e já passei a visão para ela que era para fazer outro porque aquilo ali tava errado, taquei marcha pra minha goma. Eu tava cansadão, com o corpo pesado, mas a mente fervilhando. No caminho, resolvi fazer uma ronda rápida pra ver se o morro tava tranq

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