Mariana narrando Essa droga de baile tinha tudo para dar certo. Tudo. Era para eu ter subido aquele camarote brilhando mais que qualquer vagabunda daquela favela inteira. Era para eu ser o centro, a mais olhada, a mais comentada, a mais desejada. Era para ser o meu momento. Mas, como sempre, a vida faz questão de jogar me.rda no meu ventilador. E, é claro, a culpada de tudo isso só poderia ser ela: Manuela, a sonsa-sem-graça, a queridinha do morro, a v.adia que respira e já consegue estragar tudo. Cada dia que passa eu odeio mais aquela p.iranha. Cada dia que passa eu tenho mais vontade de ver a cara dela no chão. O vestido que eu comprei — ah, aquele vestido… — perfeito. Marcava minhas curvas do jeito que eu gosto, justo onde precisava, largo onde deveria, com a a******a lateral que

