pov. Eris As vezes olhava para trás, afim de ver os caminhões levantando poeira na estrada, antes deserta. Temia pelos férais, mas não tanto quanto os Ilusórios. Eles podiam simplesmente nos matar em poucos segundos, eram terríveis. A voz de Luiz enquanto cantava me deixava um tanto menos preocupada, e o fato de mesmo estando próximo do anoitecer, nada parecia fora do comum. Ou seja, nada estava vindo nos atacar. Talvez, algum cataclismo esteja próximo, isso explicaria não ter nenhum feral nessas redondezas. — Tavarres quer parar para descansar... – Victor diminuiu a velocidade da moro, pareando a que estávamos para dar o comunicado. Os caminhões já estavam parando um pouco atrás. Luiz encostou por perto, e me ajudou a descer. Eu já estava toda dolorida de ter passado o dia todo sobre
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