Pegos em flagra.

1438 Palavras

VICENT: Estávamos deitados ali, ainda embriagados pelo que tínhamos acabado de viver. A claridade do sol começava a surgir pelas poucas brechas da janela do quarto e tudo parecia mais calmo, mais certo, mais nosso. Meus dedos passeavam devagar pelos fios macios do cabelo dela, e a outra entrelaçados aos seus dedos, como forma de aliança e que aquilo... deveria sempre ter sido assim. enquanto a mão dela deslizava lentamente no meu peito. Cada toque era uma reafirmação silenciosa de que, por mais torta que fosse a nossa história, ainda era real. — E aí... comecei, minha voz rouca pelo cansaço e pelo prazer. — O que o médico disse? Como você descobriu? Me conta... Ela ergueu o rosto com aquele sorriso que me desmontava inteiro. Aquele que me fazia esquecer qualquer merda no mundo. —

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