Tadeu Narrando Continuação... Quando o primeiro raio de sol cortou a escuridão, eu já estava de pé. Fiz minha rotina matinal, aquela que qualquer um deveria invejar. Alongamento, café preto, umas flexões pra acordar o corpo, e pronto: Tadeu na ativa, do jeito que tem que ser. Peguei o celular e mandei mensagem pra Karen. Depois, desci pro subsolo e me joguei dentro do carro, esperando ela responder. Garagem escura, silêncio total, cenário perfeito. Finalmente, a vagabünda respondeu, e eu saí do prédio sem perder tempo. Direto pro apartamento onde a gente se encontra na Tijuca, lugar discreto, só nosso. Chegando lá, fiquei esperando um tempo até ela aparecer, e quando chega, vem com a velha desculpa de que o Uber demorou. — Ah, o Uber demorou, é? — perguntei, já pegando ela pelo pesco

