Dagon Narrando Tava tudo um caos, meu irmão, mas eu segurei a onda. O desespero tava me roendo por dentro, mas nem ferrando que ia deixar alguém perceber. Cibely tava sentada na ponta da cama, tremendo mais que vara verde. O menino tava largado no tapete da Sala, assistindo desenho como se o mundo dele não tivesse desabado. Galega, encostada na parede, cruzou os braços e perguntou: — Posso ir com ela? — Faz o que tu quiser, mulher — falei seco, sem olhar pra cara dela. — E o meu filho, quem vai ficar com o Léo — Cibely, perguntou chorando. O foco agora era resolver isso do jeito certo, tá ligado? Não dava pra errar. Peguei o rádio da cintura e chamei o MM. — Cola aqui, parceiro. Preciso de tu agora. Ele respondeu rápido. Disse que já tava por perto e chegou em uns cinco minutos. Qu

