Dimitri Estava hospedado na casa de King, um lugar que respirava segurança e familiaridade. Caminhando até a janela da sala, me perdi observando as crianças brincando no jardim. O som de suas risadas enchia o ar, trazendo uma sensação de paz que há muito não sentia. De repente, uma das crianças caiu, e meu coração acelerou com a preocupação. Mas antes que eu pudesse reagir, uma voz me puxou de volta para dentro. A voz acalentava a criança calmamente a embalando no meio de uma musica. Era uma voz familiar, a mesma que ouvi na noite da morte de meu avô Nicolai, a mesma voz da mascarada. Ela tinha um timbre que me envolvia, uma melodia que ecoava em meus pensamentos. Deixei a janela e comecei a andar pela casa, seguindo aquela voz como se fosse um chamado. Saí correndo para o lado de fo

