Eram três da manhã. Jennifer estava a todo vapor saltitante e sorridente na cama dos pais. Esteve com todo aquele gás nas ultimas três horas. Já havia tentado de tudo. Brincar até cansá-la, acabaram eles mesmo exaustos. Música relaxante, massagem, apagar as luzes. Uso de óleos essenciais... — Podemos chamar a Vera. — Heitor sugeriu. Ele adorava a filha, mas estava caindo de sono. Imaginava a vida de pais que não tinham recursos para contratar ajuda e estava cada vez mais solidarizado. O olhar de deboche da esposa foi a primeira resposta que recebeu. Quando Isabella voltou para casa e sugeriu o fim da licença de Vera, única babá que ela exigiu que permanecesse na folha de pagamento em sua ausência, com um aumento substancial, ele acreditou que a motivação era por conta de ter que cui

