Capítulo 7. Dentro da bolha

3423 Palavras

  Isabella poderia se queixar de muitas coisas, mas a presença do marido foi um alívio nos dois dias intermináveis dos rituais fúnebres de sua irmã. Apesar da tortura que era aquele prolongamento, de algum modo, parecia algo que Ângela gostaria. Houve se tornado o centro das atenções, sem final das contas. Era a estrela de seu próprio espetáculo. - Se quiser, podemos ir. Não acredito que esse velório vá terminar tão cedo. Voltamos para o sepultamento. - Sugeriu um Heitor muito atencioso. Mas Isabella ficar, melhor, ficar, queria senão por si mesma, pela Lu. A idosa, verdadeira mãe que os filhos do senador tiveram, estava arrasada, e apesar de estar sob o efeito de sedativos a maior parte do tempo, uma moça acreditava que era sua obrigação estar perto de uma das pessoas que cuidaram dela

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