O toque insistente do celular acordou Rodolfo. Era madrugada. Não era seu celular oficial, mas o que usava para se comunicar com os parceiros. — Diga! — Ordenou simplesmente. Dificilmente aquela seria uma ligação de cortesia. Não havia porque perder tempo. — Temos um problema. — Imagino que sim. Qual? — A menina foi resgatada. — Havia um profundo sentimento de decepção na voz de Jonatas ao informar de mais aquele fracasso. O único trunfo que tinha na mão contra o jagunço de Heitor estava perdido. Aquele homem tinha pacto com o diabo... ou era o próprio em pessoa. Rodolfo não estava tão surpreso, nenhuns planos que tinha a participação, mesmo que remota, de Penelope, tinha qualquer possibilidade de dar certo. Ela era impaciente, descuidada, instável. Sua relação com ela persistia

