Epílogo – O Quintal da Liberdade

878 Palavras

O tempo em União da Vitória seguia o seu curso como o rio Iguaçu: constante, paciente, carregando lembranças e renovando esperanças. O sol se despedia lentamente, tingindo o céu de cores suaves, e a brisa fresca trazia o cheiro familiar de pão da padaria da Rua 31 de março. Era um perfume que, para Melissa, não significava apenas alimento, mas memória: o ponto de partida de uma vida nova, o lugar onde, anos atrás, um clique havia mudado tudo. Agora, oito anos depois, Melissa estava novamente diante de uma encruzilhada, mas desta vez não havia medo. Havia apenas a certeza de que cada escolha feita até ali a conduziu ao lar que construíra com Carlos e Lucas. A casa simples, o quintal pequeno, o pé de bergamota, o balanço improvisado e a bandeira tremulando discretamente no canto eram testem

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