A hesitação permeia o ar enquanto minhas mãos tremem ao tocar a maçaneta da porta. O coração acelerado reflete minha ansiedade, enquanto Klaus observa com prazer minha agonia. — Abra a porta, Violet. – Sua voz ecoa, impregnada de um tom desafiador. Ao girar a maçaneta, a porta se abre, revelando um ambiente sombrio além. Meu olhar encontra o rosto familiar de Sarah, minha irmã, de pé diante de mim. Um misto de choque e incredulidade atravessa seus olhos. — Violet? – Sarah sussurra, os lábios entreabertos em surpresa. Era Sarah, minha irmã. Ela estava ali, viva, diante dos meus olhos. Uma onda de choque percorreu meu corpo, e a incredulidade se misturou ao alívio. Não podia acreditar no que estava vendo; ela estava viva! Isso não podia ser real. Testemunhei sua morte, vi sua traqueia ex

