Natália estava concentrada no seu trabalho, o som incessante do teclado ecoando suavemente nas paredes de seu escritório. De repente, o telefone na sua mesa tocou, tirando-a da sua bolha de concentração. Ao ver o identificador de chamadas, reconheceu o nome da psicóloga de Benjamin. Uma sombra de preocupação a envolveu quando ela atendeu a ligação. O medo de que algo estivesse errado com Benjamin pairava na sua mente enquanto ele ouvia a voz calma da psicóloga do outro lado da linha. — Natália, está tudo bem. Assegurou a médica suavemente. — Mas há algo que preciso conversar com você e com o pai de Benjamin. Ele mencionou que já conhecia o pai e acho importante conversarmos sobre isso. Você poderia me poupar alguns minutos do seu tempo quando vier buscá-lo? Seria possível também a presenç

