Alexa chegou em seu apartamento bufando de raiva. Sua tentativa de empurrar Charlotte da escada para fazê-la perder o bebê tinha falhado. Ela arremessou a bolsa no sofá, chutou um dos pés da mesa de centro e gritou: — Droga! Mil vezes droga! Andava de um lado para o outro no apartamento silencioso, remoendo cada segundo daquele plano frustrado. Quando achava que não podia ficar pior, o telefone tocou. Ela atendeu sem paciência. — E aí? — O plano deu certo? — perguntou Penélope, com a voz seca e ansiosa do outro lado da linha. Alexa apertou os olhos, engolindo a raiva. — Não. Ela está no hospital. Está bem. O bebê também. Nada aconteceu. Do outro lado, houve um silêncio tenso. — Nada aconteceu? — a voz de Penélope subiu de tom. — Você me garantiu que ia resolver isso, Alexa! — Eu s

