Era madrugada em Whispering Pines, e a densa floresta de pinheiros sussurrava com o vento. O som dos cascos dos cavalos quebrava a quietude, ritmado e firme, enquanto os homens em armaduras negras cavalgavam por entre as árvores. As tochas que seguravam lançavam um brilho ameaçador sobre as folhas escuras e as sombras que dançavam ao longo do caminho. Suas armaduras refletiam as chamas de forma fantasmagórica, transformando os cavaleiros em figuras sombrias, quase irreais, como se a própria noite os tivesse moldado para essa missão. À frente deles, uma casa de madeira velha se erguia, meio escondida pela vegetação, como se tentasse se fundir com o ambiente. A casa pertencia ao herbalista, um homem idoso conhecido pela sua sabedoria em curar com plantas e preparar misturas incomuns. Ele ag

