O coração de Phoenix disparou, batendo tão forte que parecia ecoar em seus ouvidos. — Como é? — Ofegante, tentou se erguer com dificuldade, mas as dores lancinantes em sua barriga a fizeram grunhir em protesto. Turin se aproximou, os músculos rígidos como cordas esticadas. — Precisamos correr — afirmou com firmeza, embora a preocupação obscurecesse seu olhar. — Correr? — Phoenix quase riu, mas outra contração lhe roubou o fôlego. — Eu não posso nem me levantar. Um rugido distante cortou o ar, fazendo o sangue de Phoenix gelar. Turin rosnou baixo em resposta, os olhos estreitados em concentração. — Agora — insistiu. — Pelo bem do bebê. Antes que Phoenix pudesse protestar, Turin a ergueu com cuidado em seus braços, seu calor envolvendo-a como um escudo contra o frio crescente. A trans

