CAPITULO 570

2117 Palavras

Phoenix apertava a mão de Ulrich com força enquanto eles percorriam os corredores antigos de Goldhaven. O som dos sinos ecoava nas paredes de pedra como um lamento sombrio, e as pessoas passavam apressadas, seus rostos tensos, gritando ordens e carregando armas. O caos se espalhava como fogo. Phoenix tentava vasculhar suas memórias, encontrar alguma lembrança daquele ataque, mas não havia nada. Tudo nela gritava que aquilo estava errado. — Isso não devia acontecer — ela murmurou, a voz trêmula. Ulrich se virou para ela, os olhos dourados estreitos. — O quê? — ele perguntou, sem parar de caminhar. Phoenix puxou seu braço, forçando-o a parar. — Há algo errado — ela disse, ofegante. Ulrich olhou para ela com impaciência. — Phoenix, precisamos continuar. Preciso te deixar em segurança.

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