O quarto era uma obra-prima de luxo e sofisticação. As paredes eram adornadas com tapeçarias bordadas com fios de ouro, e o chão estava coberto por um tapete espesso de tons profundos, abafando qualquer ruído. O ar era impregnado com o sutil aroma de óleos essenciais, uma mistura de lavanda e sândalo que promovia relaxamento. O mobiliário era de madeira nobre, esculpido com maestria, e as cortinas, feitas de veludo pesado, emolduravam janelas imensas que ofereciam uma vista deslumbrante das terras ao redor. Phoenix repousava sobre a cama de dossel, seus lençóis macios como seda contrastando com a inquietação que tomava conta de seu corpo. A camisola bege que usava era de um tecido tão fino que m*l parecia estar ali. O silêncio pesado do aposento foi abruptamente quebrado quando seus olhos

