As palavras dele atingiram Phoenix como uma flecha. Ela também o amava. "Eu também te amo, Ulrich, mas..." "Não, por favor, sem 'mas'," implorou Ulrich. "Mas apesar de te amar, não posso te obrigar a mudar," disse Phoenix. "Eu também não consigo mudar. Fui criada de forma diferente de você. Fui criada para pensar bem dos outros, para amar o próximo, para perdoar até mesmo os inimigos." “Isso foi antes de sua loba despertar. Agora, com Pryo, eu duvido que você seja capaz de perdoar quem matou sua mãe”, Ulrich rebateu, suas palavras afiadas como lâminas. Phoenix fechou os olhos, a dor crescendo em seu peito. “Você tem razão. Mas, se eu não consigo perdoar quem fez aquilo com minha mãe, como posso perdoar você? Você escondeu tudo. Me humilhou. Fez coisas... coisas imperdoáveis.” “Não p

