[…] A campainha tocou anunciando que a Catrina chegou, respirei profundamente tentando obter o máximo de controle e abro a porta. Uma das coisas que ela sempre odiou foi nunca ter acesso livre à minha, nunca permitiria. Abri a porta e olhei para a mulher que exibe um sorriso vitorioso, ela nem sabe o que a espera. — Vai me deixar entrar ou terei que pernoitar de pé na porta da sua casa? Saí da frente e dei passagem para ela entrar. — Fiquei surpresa quando me pediu para vir até aqui. Resolveu colocar a cabeça no lugar e esquecer aquela pobretona, Alisson? Travei o maxilar e prendi a respiração por alguns segundos, não gostei da forma em que ela falou da minha Thaís. “Ela não é sua, Alisson, para com esses pensamentos possessivos.” Diz uma voz na minha cabeça. — Patético, não conseg

