Pérola Miller Estou nos braços de Andreas sem saber para onde vamos, na verdade, não ligo para onde ele vai me levar, eu somente quero ir para o mais longe possível, o mais longe daquela mulher que quebrou meu coração novamente. Matei a minha mãe naquela sala, me recuso a ter uma mãe assim, uma mulher fria, sem coração e cheia de artimanhas. Claramente eu era a sua tábua de salvação, no fundo, bem lá no fundo, ainda tinha esperança que ela estava presa em cárcere privado ou tinha perdido a memória em algum momento. Que tola eu fui, aí que raiva da minha cegueira! Ela somente pensou nela, não doeu me deixar para trás, era nítido em seus olhos que não havia um resquício de arrependimento. Yuliya não pode ser chamada de mãe, há mesma falou com a sua própria boca que não almejava ser mã

