CARLÃO Ajoelhado diante dela, eu coloquei sua perna por cima do meu ombro, não satisfeito ameacei a pegar a outra, mas ela me deu um tapa e a olhei furioso. - Desse jeito eu vou cair! - Resmungou apoiando as mãos abertas no topo da minha cabeça. - Confia em mim, jamais lhe deixaria cair. - Só na sua boca, não é Carlão? Ri da sua carinha de menina sapeca. - Como preferir meu amor... Espera aí! Foi isso mesmo que eu disse? p***a, devo segurar a língua no lugar correto, nessa deliciosa b****a na minha frente, por exemplo. Palavras de amor não era o que ela precisava agora. Como não encontrei mais objeções, catei sua outra perna pelo calcanhar, no mesmo momento a donzela se aprumou, alavancando o corpo em conjunto, posicionando as longas e sedosas pernas por cima dos meus ombros, se en

