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Liberdade ao Carioca, [13/03/2023 00:46] Capítulo 4 Carioca narrando Eu entro dentro da boca que nem um furacão. — Onde está os filhos da p**a? – eu pergunto — Estão rondando a entrada a paisana – Medeiros fala. — Pega o armamento, vamos atirar contra eles. — Mas eles ainda não entraram aqui – Jão fala — Não quero saber, vamos agir o quanto antes, eu tenho minha esposa e minha filha para proteger agora. — Carioca isso pode ser um tiro no próprio pé – Medeiros fala. — Aquii esses filhos da p**a não se cria. Eles apenas assente as minhas ordens e começa a organizar o armamento que a gente tinha aqui que era pesado, até porque eu odiava brincar em serviço, eu tinha pavor desses vermes filhos da p**a querendo entrar no meu morro, eu comando tudo muito bem comandado e desde que eu estou no comando nunca nenhum filho da p**a subiu o meu morro , tentar até tentaram mas não conseguiram. Nos descemos o morro totalmente armados, até que começamos atirar contra eles e eles vão atirando contra a gente, mas os nossos não cai, mas os dele cai. Eu pego o megafone. — Kaique seu filho da p**a, vaza do meu morro – eu falo para ele – se você não quer ser morto. — Eu estou aqui apenas para te entregar uma coisa – ele fala respondendo. — Quer me entregar o que seu filho da p**a? — Isso que pertence a sua filha – ele fala jogando uma sacola. — É uma bomba – Jão fala — Não é não – Medeiros fala quando chuta a sacola. Ele abre a sacola e quando ele abre a sacola, ele me encara. — Cadê a Brenda e a Vitoria? – ele pergunta me olhando. — Como assim? — Brenda é uma traidora – Kaique fala no megafone devolvendo, ele estava longe – ela se envolveu com você porque eu mandei, ela tinha uma arma para te m***r, ela nunca quis essa criança. Ela fugiu do morro e sua filha teve esse fim. — Que m***a ele está falando? – eu pergunto mexendo na sacola e quando eu vejo o que tinha dentro . – eu vou te m***r filho da p**a, seu mentiroso desgraçado, minha filha e minha mulher estão dentro de casa. — Não estão – ele fala – brenda fugiu e já está longe do morro. — É mentira – eu falo pegando aquela sacola. Eu corro os degraus do morro e escuto tiros, Jão ,manda os vapores atirar contra eles e eles recuam, eu entro dentro de casa com a sacola na mão. — Brenda – eu falo gritando – Brenda, Vitoria – eu procuro no andar de baixo, - Brenda p***a – eu falo chamando por ela. Eu entro dentro do quarto nosso e ela não estava, entro dentro do quarto de Vitoria e estava tudo revirado e faltava uma bolsa , eu fico paralisado, quando abro a sacola novamente em cima do berço. Vendo a mãozinha que ainda tinha sangue escorrendo e a roupa de Vitoria toda ensanguentada. — Carioca – Medeiros fala — É mentira, não é dela, eles pegaram ela. — Carioca – ele fala — A brenda não é traidora. — Ela é sim – Medeiros fala — Como assim? – eu pergunto para ele — Eu vi ela conversando com Kaique quando ela foi no ginecologista a dois meses atrás, ela me convenceu que na verdade ele estava querendo te passar um recado e me convenceu nisso e eu acreditei,. — Não, porque você não me contou – eu falo para ele. — Porque eu achei que realmente ela estivesse falando a verdade. — Minha filha – eu falo quebrando tudo que tinha no quarto. Eu pego aquela mãozinha e vejo os dedinhos e tinha o anel que eu tinha dado para ela colocar nos dedinhos de Vitoria. Eu grito , grito muito. — Eu vou m***r a Brenda da pior forma possível – eu falo para ele – você me escutou? Ela vai se arrepender por isso. Era como se o meu chão tivesse aberto. — Procurem essa v*******a pelo Rio de Janeiro inteiro – eu falo para ele. Liberdade ao Carioca, [14/03/2023 00:13] Capítulo 5 Perpetua narrando Eu estou esperando Kaique que chegaria hoje, tinha arrumado toda a casa para esperar para ele e tinha me arrumado também, de manhã bem cedo tinha ajudado meus tios a tirar a rede do mar e agora estava tudo organizado para esperar ele. Ele tinha construído uma casa para mim aqui mesmo no vilarejo, então eu estou morando sozinha, meus tios moram ao lado. — Ele chega hoje? – Minha tia pergunta — Sim – eu respondo – deve estar chegando. — Quando ele vai te levar para morar na cidade grande com ele? No Rio de Janeiro. — Eu não quero ir para lá. — Por que não? – minha tia pergunta — O que vou fazer no Rio de Janeiro? – eu pergunto para ela. — Ficar ao lado dele, Kaique é estranho e não sei se deve confiar nele. — Tia, para com isso – eu falo – ele é um homem bom, ele me ama. — Sei – ela fala saindo. Eu fico esperando ele o dia todo e nada dele chegar, era quase meia noite quando escuto o som de um carro se aproximando da casa, eu me levanto, ligo a luz e vejo Kaique, eu abro um sorriso, ele abre a porta de trás e tira um bebê conforto. — Quem é? – eu pergunto para ele estreitando os olhos. — A filha da minha irmã. — Sua irmã? — Minha irmã foi morta pelo marido – ele fala – eu preciso de ajuda para cuidar dessa criança, eu tenho medo que ele consiga a guarda da criança na justiça e faça m*l a ela, olha o que ele fez com ela – ele fala mostrando ela e eu vejo que ela não tinha uma das mãos. — Meu Deus, ele fez isso com ela? – eu falo olhando para aquela menina que era tão linda. — Fez , eu preciso que ela fique aqui por um tempo. — Comigo? — Sim – ele fala – será que você me ajuda. — Ajudo – eu respondo – vem vamos entrar. — Eu trouxe as coisas dela. Vou pegar – ele me entrega o bebe conforto. A menina começa a chorar e eu tiro ela do bebê conforto, ela estava inquieta de mais e deveria está sentindo dor. — Kaique precisamos levar ela no médico para ver a mãozinha dela. — Ela está bem, eu levei – ele fala – tenho todos os antibióticos e remédios aqui, eu não consigo sabe imaginar quem poderia fazer essa maldade com uma criança, um recém-nascido. — Crueldade de mais – eu falo engolindo seco. Ele traz todas as coisinhas de dentro e meus olhos brilha na mesma hora que ela abre um pequeno sorriso quando ganha o aconchego dos meus braços, ela deve está sentindo falta da sua mãe também, tão pequena, tão indefesa e passando por tanta dificuldade já desde pequena. — Eu vou cuidar de você, eu prometo – eu respondo. Brenda narrando — Eu quero a minha filha – eu falo para o meu pai. — Sua filha está longe – ele fala me olhando – bem longe e nesse momento Carioca está achando que você a matou. — Eu fiz o que? – eu pergunto chorando. — Nos cortamos a mão da Vitoria e enviamos a ela. — Você é um monstro – eu grito e tento avançar nele, mas estava acorrentada. — Você vai ficar aí, até aprender que não deveria ter teimado comigo. — Você mutilou a minha filha, ela é uma criança, uma recém-nascida, ela pode morrer. — Ela não vai morrer – ele fala me olhando – foi tudo muito bem pensado e com médicos, não se preocupa. — Você é um monstro – eu grito — Se você tentar fugir de mim, Carioca vai estar pronto para te pegar lá fora – eu o encaro – você não tem saída, a não ser aceitar o seu destino. Ele sai e eu começo a chorar muito pensando na minha pequena Vitoria, a m***a que eu fui fazer, se eu tivesse ficado no morro e contando para Carioca, era eu que tinha morrido e não a minha filha ter passado por isso. Liberdade ao Carioca, [14/03/2023 00:54] Capítulo 6 Carioca narrando Algumas semanas se passaram e as coisas estão pretas por aqui, tudo que eu queria era encontrar a Brenda e m***r ela. — Pega leve – Medeiros fala tirando toda a d***a de cima da mesa – tu tá se drogando de mais. — Eu quero m***r aquela filha da p**a. — Tu já matou dois moradores ontem com dividas pequenas, daqui a pouco tu acabou com os moradores do teu morro, para com isso. — Me deixa c*****o – eu falo – eu to com raiva dela, ela matou a minha filha e mentiu para mim. — Eu sei disso, está doendo em todos nós a morte da Vitoria, mas você precisa ficar calmo. Eu me levanto saindo da boca , eu subo em cima da moto. — Cara para com isso – Medeiros fala tentando me impedir de sair. Eu ligo a moto e saio a mil para fora do morro, minha cabeça está explodindo e eu estou com raiva do mundo e de tudo. Raiva era pouco, eu não sei se eu respondia por mim se eu encontrasse a Brenda. Eu paro na frente do prostibulo e entro para dentro, ninguém sabe quem eu era, esse era o mesmo que eu tinha encontrado a Brenda. — Hugo, quanto tempo – a dona da casa fala. — Eu quero uma mulher – eu olho para ela – manda me esperar no quarto. — Eu tenho uma ótima para você, do jeito que você gosta. — Eu espero que ela seja boa mesmo porque a última. — A brenda? – ela pergunta — Uma v*******a , traira – eu olho para ela. — Essa é boa. Eu bebo umas quatro copos de bebida um atrás do outro e vou em direção ao quarto, quando entro, encontro uma menina que deveria ser mais nova que a Brenda a mesma tinha cabelo longo e cacheado, ela me olha com os olhos arregalados. — Como é seu nome? – eu pergunto — Heloise – ela fala baixo Eu olho para ela e me aproximo dela, a mesma estava tremendo toda, eu encosto a minha mão na pele dela e ela ainda continua tremendo. — Por favor não – ela fala chorando e me encarando e eu a encaro – por favor – ela chega a soluçar em poucos segundos – me tira daqui. — Que m***a – eu olho para ela – nunca vi um traficante com pena de p**a. — Eu não sou p**a – ela me olha falando – a minha mãe morreu e dizem que ela me vendeu para esse lugar, eles não querem me deixar ir embora. Eu tiro a arma da minha cintura e aponto para ela. — Eu to drogado p***a e bêbado, tu tá mentindo para mim? — Não – ela fala com os olhos arregalados. — Porque se tu tá mentindo eu te mato. — Não, eu não estou – ela fala. — Então vamos pular a janela. — O que? – ela pergunta — Vamos pular a janela p***a – eu falo – eu vou te tirar daqui. — Eles vão m***r a gente. — Eu sou dono da maré p***a, acha que alguém vai me m***r? — Mas – ela fala nervosa — Quer fugir ou não? A hora é agora. Ela assente com a cabeça, eu arrebento a janela com um tiro, eu pulo e mando a garota pular, ela faz isso. — Só cuida que tem uns cara louco ali – eui falo — Onde? — Ali – eu aponto vendo os homens de branco — Não tem nada. — Tem sim, p***a. — Você tá drogado e bêbado – ela fala tentando se soltar da minha mão. — Você vem comigo – eu falo — Entra ai p***a no carro. — É seu carro? – ela pergunta — Não – eu respondo — Entra – eu olho para ela. Ela entra no carro e eu faço uma ligação direta e vamos parar no morro da maré, eu levo ela para minha casa. No outro dia acordo e vejo a garota nua na minha cama, eu olho para ela e me levanot, olhando pela janela vendo o carro de sei lá quem, eu desço. — Jão – eu chamo — Oi – ele fala — Leva esse carro no prostibulo, paga pela garota que tá aqui, paga a divida dela e traz minha moto. — Ok – ele fala.
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