Grant POV
"Ah, ah, ah", ela soluçou, seus longos cabelos castanhos sobre seu ombro, seus olhos arregalados, mordendo o lábio enquanto eu segurava seus quadris e a ajudava a se mover.
"Fode, sim", grunhi, "pegue tudo de mim, sua v***a", sibilei, meus dedos afundando em sua pele.
Ela gemeu em resposta, movendo-se para frente e para trás em cima de mim, enquanto eu estava enterrado dentro dela. Seu corpo estava suado, seu corpo quicando no meu p*u. Eu levantei e agarrei seus s***s, apertando-os com força enquanto ela arfava alto.
"Grant", ela gemeu, enquanto eu agarrava suas nádegas e as apertava. "Oh, Deus", ela ofegava. "Oh, f**a-se."
Eu sorri. Ela era tão responsiva. Meu lobo Hades, no entanto, não estava satisfeito comigo. Ele estava além de irritado. Sua repulsa podia ser claramente sentida através do nosso vínculo.
Não posso acreditar que você está transando com essa prostituta de merda, em vez de esperar por nossa companheira. Ela é repulsiva. Você não passa de um gigolô - rosnou ele.
Hades, é melhor você aceitar o fato de que não vamos encontrar nossa companheira. Além disso, a Sarah é linda. Pare de estragar o momento - sibilei.
Nossa companheira nunca nos perdoará por isso - ele rosnou. Eu te odeio por virar as costas para ela. Ser tão egoísta - bufou - quando você poderia ter esperado pelo amor de nossas vidas.
Não seja tão dramático, Hades. Além disso, nossa companheira não faz parte da alcateia.
Eles ainda não completaram 18 anos, mas estão na alcateia - rosna Hades. Você vai sentir o vínculo quando eles o completarem. Você vai se arrepender de t*****r com a Sarah. Não diga que não te avisei.
Por que você não me diz quem é, então? Não quero que seja uma surpresa completa, Hades.
Não. Você pode descobrir por si mesmo. Estou bloqueando para não precisar continuar vendo isso. Isso me dá vontade de vomitar ou de rasgá-la em pedaços.
Como quiser, Hades - encolhi os ombros. Mas não fique surpreso se eu rejeitar nossa companheira, porque ela não é boa o suficiente. A menos que ela se compare à Sarah, duvido que eu a queira.
Você é um i****a completo. Se tudo der errado, nossa companheira provavelmente vai nos rejeitar porque você não conseguiu se controlar!
Ele bloqueou. Suspirei e então levantei Sarah do meu colo. Ela parecia preocupada, mas então a coloquei de quatro, sua b***a inclinada convidativa para mim. Ela olhou por cima do ombro e me deu um sorriso malicioso, enquanto eu me posicionava em sua entrada e penetrava tudo de uma só vez com um estocada forte. Gemi alto enquanto permaneci parado, saboreando a sensação de sua b****a.
Caralho. Ela era apertada. Dei um tapa na sua b***a e ela deu um pequeno gritinho. Música para os meus ouvidos. Agarrei sua b***a e apertei ambas as nádegas. Eu podia ver meu p*u enterrado dentro dela e isso me deixava muito e******o. Dei um rosnado de apreciação e comecei a estocar para trás e para frente.
Ela balançava para frente e para trás, me incentivando a ir o mais fundo possível. Ela arqueou as costas e jogou o cabelo por cima do ombro.
"É tão bom", ela soluçou. "Você é tão grande, posso sentir cada centímetro de você", ela gemeu. Não vou mentir, isso inflou meu ego ao ouvir isso.
Dei um grunhido, penetrando com mais força e rapidez. Ela apertou as paredes ao redor do meu p*u e eu xinguei silenciosamente. Ela estava tentando me fazer gozar? Dei outro tapa na sua b***a, observando a marca vermelha na sua pele pálida com satisfação.
"v***a gostosa", sibilei, metendo com força. "Como é ter eu te fodendo tão forte?" desafiei.
"Eu gosto", ela gemeu. "Eu quero mais" ela implorou sem vergonha, enquanto eu levantava uma sobrancelha. Ela era insaciável.
Caramba, ela estava implorando por isso. Eu desci minha mão e comecei a fazer círculos em seu c******s com os dedos enquanto ela arfava surpresa.
"Goze para mim", rosnei. "Goze para mim, sua vadia."
Seu corpo tremia de prazer. Ela gemia alto. Graças a Deus meu quarto era à prova de som. Senão, meus pais entrariam e exigiriam respostas.
"Oh, oh, oh", ela cantarolou, jogando a cabeça para trás. Meu p*u continuou a deslizar dentro e fora dela, meus dedos tocando seu botozinho. Ela ficou tensa e suas paredes se contraíram fortemente enquanto ela gozava. Ela gritou meu nome antes de cair com o rosto para baixo na cama. Levantei sua b***a e comecei a pegá-la com força, sabendo que ela já tinha alcançado o orgasmo primeiro.
"Aguente", rosnei, enquanto ela tremia por completo. "Aguente tudo, sua vadia."
A boca dela se abriu quando eu a penetrei com força, buscando meu próprio orgasmo. Agarrei seus cabelos e puxei sua cabeça para trás. "Você é minha v***a" rosnei.
"Sou sua", ela soluçou. "Toda sua, Grant."
Soltei um rugido feroz e me afundei nela. Ela soltou um pequeno grito. Dei um grunhido. Estava tão perto. Senti minha respiração ficar superficial. Meu coração começou a acelerar. Meu corpo começou a ficar tenso e então eu gozei, estocando nela uma, duas, três vezes, antes de parar com um tremor. Apoiei-me em suas costas enquanto ela permanecia em silêncio, soltando um gemido. p***a, tinha sido bom. Deslizei para fora, fazendo-a gemer, e fui ao banheiro, jogando fora a camisinha, antes de voltar. Sarah tinha se virado e estava deitada de costas, seus olhos brilhando de satisfação, um pequeno sorriso em seu rosto."Isso foi fantástico", ela suspirou, apoiando-se em um cotovelo e me olhando fixamente. "Não, foi incrível", corrigiu-se.
Realmente tinha sido, mas eu não era tão fraco a ponto de admitir isso para ela.
Eu estava coberto de suor. Fiz uma careta e fui para o banheiro. Sarah levantou-se e me seguiu.
"Posso usar sua banheira?", ela perguntou, e eu dei de ombros indiferente.
"Claro." Isso me daria a chance de continuar admirando seu corpo nu. Meu m****o deu um espasmo. Tomei um banho rápido e a deixei ligar a água para a banheira. Sentei no vaso sanitário, com a toalha enrolada na cintura, e a observei.
Ela entrou na banheira sem inibições e afundou nela. Ela desligou a água e encostou-se na banheira.
"Ah", murmurou, "muito melhor".
Levantei uma sobrancelha. "Sentindo dor?" perguntei, com um sorriso malicioso no rosto.
Ela corou. Eu ri. "Quando você pretende voltar para casa?" perguntei. "Se seu pai descobrir sobre isso", acrescentei delicadamente. A última coisa que eu queria era irritar o atual Gamma. Claro, eu poderia derrotá-lo em uma luta, mas esse não era o ponto. Sem mencionar que minha mãe e meu pai ficariam decepcionados ao descobrir que eu estava transando com Sarah bem debaixo de seus narizes.
"Oh, meu pai não vai descobrir. Ele está ocupado demais com o trabalho", ela disse displicentemente, franzindo o nariz e demonstrando confiança. "Sem falar que, quando ele está em casa, está constantemente tendo que disciplinar a Jordan. Ela é completamente inútil. Sem dúvidas, meu pai está ensinando-a a levar o treinamento mais a sério nesse exato momento."
Ela parecia feliz com isso. Eu inclinei a cabeça para ela. "Você odeia sua irmã?" perguntei curioso. Quero dizer, ela era tão depreciativa em relação à Jordan e malvada. Sentia um pequeno lampejo de culpa ao lembrar que eu não era melhor. Tentei convencer a mim mesmo de que era porque ela tinha permitido que ficasse tão grande, mas isso não fazia muito sentido.
"Ela é tão vergonhosa", Sarah disse ferozmente, sentando-se e espirrando água em todos os lugares. "Odeio ser vista com ela. Ela é a razão pela qual minha mãe morreu", acrescentou, estreitando os olhos.
Fiquei um pouco desconcertado. Lembrei-me do dia em que a mãe da Jordan morreu. Os dois éramos crianças na época. O ataque dos renegados foi um choque e nós estávamos na linha de fogo. A mãe da Jordan correu para nos salvar. Ainda me lembro de arrastar a Jordan enquanto ela gritava pela mãe. Foi trágico, mas um acidente. Não era como se a Jordan tivesse atraído intencionalmente a mãe dela para uma armadilha ou algo assim. Será que Sarah realmente culpava a irmã por algo que ela não podia controlar? Eu também estava lá, ela me culpava? Nah, se ela culparia, não estaria dormindo comigo, pensei.
Fiquei em silêncio. Não era da minha conta o que Sarah pensava. Ela suspirou e saiu da banheira. Entreguei-lhe uma toalha. Ambos voltamos para o quarto. Coloquei uma calça de moletom e observei com olhos apreciativos enquanto ela se vestia na minha frente.
"Minha mãe vai realizar um baile daqui algumas semanas", eu disse a ela, passando a mão pelo cabelo. "Ela quer que eu encontre minha parceira".
Ela olhou para mim. "Parceira ou parceira escolhida?" ela perguntou baixinho.
"Tanto faz", eu disse sem rodeios.
Ela fez uma careta. "Não fiz promessas", disse sombriamente. "Mas se minha verdadeira parceira não estiver lá, então eu vou escolher uma parceira."
Seus olhos se iluminaram com compreensão. Passou a língua pelos lábios. "Bem, então, acho que tenho que torcer para você não encontrar sua verdadeira parceira", fungou, colocando as mãos nos quadris. "Porque eu pretendo ser sua parceira e eu sempre consigo o que quero", me avisou.
Dei-lhe um sorriso debochado. "É mesmo?" rosnei, aproximando-me dela. "Então acho melhor eu tomar cuidado", disse calmamente.
Ela riu e pegou sua bolsa. Dei-lhe um beijo na bochecha. Não éramos exclusivos, inferno, eu não sabia o que éramos, mas essencialmente acabei de lhe dar a suposição de ser minha parceira escolhida. Havia um saltinho em seu passo quando abri a porta e a acompanhei.
Ao longe, notei Jordan e Maxwell na chuva leve, Jordan parecendo miserável enquanto era obrigada a correr no lugar. Ela estava coberta de lama. Seu rosto estava vermelho e o cabelo estava desarrumado. Parecia que ela ia desmoronar ali mesmo. Fiz uma careta, sentindo um pouco de simpatia por ela. Ela também parecia completamente infeliz. Maxwell sempre era mais duro com Jordan do que com Sarah, pensei, embora ambas sejam suas filhas. Era um pouco triste. Desviei o olhar, incapaz de suportar continuar assistindo. Ela deve estar tão humilhada por ter que fazer isso na frente dos outros membros da alcateia que zombam dela.
Sarah, por outro lado, apontou para a irmã e riu. "Ela continua lá. Olha os p****s dela balançando para cima e para baixo", zombou. "Ela parece um porco que rolou na lama."
Eu concordei, apertando o maxilar quando Maxwell olhou para nós.
"Sarah", ele gritou, fazendo-a se encolher. "Onde diabos você estava?" ele rosnou. Ela suspirou.
"Acho que este é o meu sinal para sair", murmurou ela, "vou sair sorrateiramente para te ver novamente quando puder", prometeu ela, me dando uma piscadela divertida.
Eu sorri e acenei brevemente enquanto ela se dirigia ao seu pai. Eu não sabia que mentira ela iria contar ao pai, mas com certeza não queria estar lá quando ela o dissesse. Eu não queria revelar o nosso segredo. Virei nos calcanhares e saí rapidamente, a imagem de Jordan sendo forçada a treinar na chuva com seu pai gritando com ela assombrando-me por alguma razão estranha. Por que eu me importava tanto com alguém que não significava nada para mim?