Eu e Patrick paramos frente ao carro enquanto sua mãe e meu pai estavam dentro da casa fazendo uma oração para partir. Na verdade, naquele momento nós dois bem que queríamos participar dessa oração, mas parecia mais sensato ficar longe do senhor Kevin por enquanto. Não que estivéssemos com medo, mas conforme eu ia sabendo coisas sobre meu pai, com mais raiva eu ficava, e por isso era melhor ficar longe dele, o máximo de tempo possível. – Eu sinto muito pelo seu pai. – Comentei com Patrick enquanto ele estava de cabeça baixa. Eu não era a pessoa mais indicada para confortar pessoas que possivelmente estão com a cabeça cheia, porque quando eu estava com a cabeça cheia eu só queria sentar e chorar. – De verdade, aposto que ele vai ficar bem assim que vocês chegarem lá, sabe muitas vezes, as

