Já haviam se passado dois dias. O reverendo tinha se acalmado depois do acontecimento com minha mãe, mas eu ainda tinha as cicatrizes daquele dia; tanto na minha cabeça quanto dentro de mim. Eu iria repetir pra mim mesma, se possível pra sempre que aquilo tinha me devastado, por algum motivo, ver sua mão batendo em minha mãe tinha sido mais pesado do que quando ele me batia. Tranquei o quarto mesmo que meu pai parecesse não estar em casa, e passei a mão na porta de uma maneira extremamente dramática. Eu iria mesmo fazer aquilo? Eu tinha mesmo concordada com aquilo? Encarei Aaron assustada, eu iria mesmo fugir com ele? – Para onde pretende me levar? Meu pai pode ir atrás de mim em todo lugar que seja. – Sua mãe deve ter vindo aqui, avisar o reverendo sobre a decisão do juiz de dar sua g

