O silêncio pairava sobre a sala como uma nuvem densa. O patriarca dos Azevedo havia lançado sua proposta, e agora todos aguardavam a resposta de Miguel. A tensão era quase palpável. Ele respirou fundo, segurando o envelope com o resultado do DNA como se fosse um troféu de guerra. Depois, ergueu os olhos e falou, a voz firme, sem tremer: — Eu aceito o acordo. Helena suspirou de alívio. Isabela deixou escapar um sorriso discreto, acreditando que ainda tinha algum controle. O pai dela relaxou a postura, mas Miguel ergueu a mão antes que qualquer celebração começasse. — Mas… — disse ele, pausadamente — apenas se as minhas condições forem incluídas. O patriarca franziu o cenho. — Condições? Miguel se levantou, aproximando-se da mesa como quem toma posse de seu próprio destino. — Sim. Eu

