— Pensei que você tinha dito que podia solicitar os serviços dele sempre que quisesse. A minha voz tem um pouco de desafio, o que torna os olhos de Arte obscuros. — Eu posso ordenar que você não faça isso. Ele responde, a sua voz tornou-se um pouco mais séria do que normalmente é. Não me afasto dos seus olhos e ele também não. Eu posso ouvir Horacio criticando, mas mesmo com isso nenhum de nós dois tira o olhar do outro. — Tenho que fazer uma ligação. Eu já volto. Horacio diz e se afasta. — Do que você tem medo? Arte pergunta, a sua voz quebra o silêncio criado. — Por que eu deveria temer alguma coisa? Eu pergunto num sussurro. — Porque apenas covardes se vendem para não crescer e aprender. Ele responde. As suas palavras bateu no meu peito, não porque ele me chamou de covarde, mas p

