Aurora Estou dentro da banheira de hidromassagem do nosso bangalô quando os passos do Arte me fazem virar a cabeça para vê-lo aproximar-se. Ele trás o seu telefone na mão, fazendo a minha franzir a testa. Eu pensei que dissemos que não haveria trabalho nessa viagem, desgastado depois de ver o seu rosto notavelmente sério e preocupado, que quase sempre acontece quando se trata de trabalho. Eu senta numa espreguiçadeira ao meu lado, mesmo que eu esteja dentro da banheira de hidromassagem, eu consigo prestar atenção em Arte. — Algo aconteceu. Ele fala comigo olhando para mim e me forçando a fazer o mesmo. — O que? Eu pergunto confusa sobre a seriedade na sua voz. — Eu sei que eu disse que nós íamos falar sobre o que faríamos no Natal, e depois responderíamos, para as nossas famílias

