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561 Palavras

Não tinha ninguém conhecido no dia do nosso casamento,nem à sua mãe e nem a minha família. Nicolas nesses dois dias não dormiu no mesmo quarto que o meu e pouco a gente conversou depois do dia que chegamos aqui. Eu não estava trancada , mas era a mesma coisa que sim. Em todo o lugar que eu ia, eu me sentia vigiada. - Dona Catarina - uma mulher que deveria ter uns 40 anos entra no meu quarto - A cerimônia do seu casamento será daqui algumas horas, Nicolás pediu para trazer o seu vestido. - Encaro o vestido que tampava meu corpo todo acompanhado do hijab. - Obrigada - Eu falo para ela. - Você quer ajuda? - Ajuda ? Eu falo me sentindo um pouco tonta. - Sim, para a senhora se arrumar. A senhora está bem? - Eu não estou me sentindo muito bem. - Deve ser nervosismo, não é mesmo? -

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