— Vanessa? Emy entra em seguida no banheiro. — Acho que as coisas não estão sendo bem um conto de fadas, não é? Eu limpo a última lágrima que insiste em rolar pelo meu rosto e olho para o anel que está na minha mão. — Conto de fadas não existem Emy. Agora me ajude a concertar esse estrago. Eu digo para ela, e começo a tentar concertar o meu coque, que está com alguns fios soltos. Dez minutos depois, saímos do banheiro, e fiz o meu melhor para que ninguém percebesse que eu não estava tão empolgada, com esse noivado. E que tudo que eu conseguia pensar, era em como eu poderia fugir desta situação. Marte, conseguia fingir de uma forma assustadora. Era, incrível como ele conseguia enganar a todos, inclusive a mim. Ele era um dem*ônio com cara de anjo. Fomos de mesa em mesa, receber o

