3 - Detenção.

770 Words
[ 05 de maio 2003] 14:30 PM Draco Malfoy. — COMO ASSIM VOCÊ VAI ME DEIXAR SOZINHO NA FLORESTA PROIBIDA COM A GRANGER? – Gritei Hagrid. Estava boquiaberto e com meus olhos arregalados. — Eu já lhe expliquei menino Malfoy. Vou acompanhar vocês até que encontrem um unicórnio ferido. – Me encarou enquanto falava calmamente. — Quando finalizar a tarefa estarei esperando por vocês. Não podia acreditar nessa situação. A vontade que eu tinha era de simplesmente sair correndo enquanto amaldiçoava Granger e todos aqueles que cooperaram nessa trajetória. — Hagrid. Eu sei que estamos em detenção... Mas se eu e malfoy ficarmos sozinhos no mesmo lugar, não vai dar certo. – Dizia a sabe tudo respirando fundo como se falasse com uma criança. Entretanto nada afetará Hagrid. — Não posso fazer nada crianças. Vocês se colocaram nessa situação. – Ele nos olhava como se desse um sermão sutil. — Estou apenas cumprindo ordens. – Completará o homem olhando para a gente logo mais começando a andar em direção a floresta. Seguimos Hagrid reluntantes até a floresta proibida. (Que convenhamos, parece que só tinha esse nome de fachada, pois; Alunos: a. Professores: Detenção na floresta proibida) - Reviro meus olhos com esse pensamento. A floresta se encontrava em completa escuridão. Engoli em seco olhando para o breu total diante a mim. Meus olhos focaram na lamparina que Hagrid estava segurando como se minha vida estivesse ali. Eu estava atrás da Granger. (Medo? Jamais.) A bruxinha não parecia incomodada com minha presença atrás da mesma. Ela pegou a varinha e falou "Lumos máxima" E ficou bem mais iluminado. – Constatei tolamente •• — Então crianças, vocês seguem daqui sozinhos. Vou estar esperando aqui próximo a esta árvore. – Avisou Hagrid sentando-se em cima da raiz de uma enorme árvore. Não seria difícil de o encontar. — Está bem, Hagrid. – Granger concordou derrotada andando na frente. Corri para alcança-la lembrando que a causa de toda essa palhaçada era da bruxinha a minha frente. — É tudo sua culpa Granger, se você estivesse calado essa boca de sabe-tudo não estariamos aqui. – Minha raiva era nítida. Ela me ignorou. — Eu estou falando com você! – Exclamei vermelho, com mais raiva ainda. A ratinha de biblioteca continuou andando como se eu nem estivesse alí. — Como se atreve... – Revoltado com seu pouco caso a empurrei com raiva, só não calculava que cairia junto. — SAI DE CIMA DE MIM SEU i****a. O grito de Granger soou em alto bom som na floresta que a segundos antes só se era possível escutar o canto dos grilos. — Não. – Curto e simples fora minha resposta encarando a bruxinha. Granger piscou uma, duas ou três vezes demonstrando toda a incredulidade estampada em seu rosto. — Não? – Perguntará ela ainda sem acreditar. — Isso mesmo que você ouviu Granger, só vou sair daqui se você pedir desculpas. — Meu sorriso debochado era claro. — Eu não estou brincando, sai.de.cima.agora. – Fala pausadamente achando que me intimidaria. — Quem disse que estou brincando?! – Pergunto retóricamente abaixando para ficar com meu rosto a centímetros do seu. — Pede desculpas. – Falo baixinho contra seu rosto. — SAI SEU GRANDE i****a. – Grita se mexendo de baixo de mim... Mexendo até de mais. Sinto um formigamento em minha virilha. m***a de puberdade. — P-para de se mexer Granger. – Pedi com a voz falhada. — Por... AI SEU NOJENTO ASQUEROSO, TIRA ESSE TROÇO DURO DE CIMA DE MIM. – Gritou se mexendo ainda mais. Prendo seus pulsos e solto um gemido que sairá involuntariamente. Puberdade maldita, puberdade maldita. Praguejava em minha mente. Na mesma hora ela para de se mexer e me olha com os olhos arregalados. Sou virgem obviamente, mas a situação aqui não esta fácil. - Pensei comigo mesmo. — Me desculpa Malfoy. Agora saia de cima, por favor. – Pediu com a voz baixa. Seus olhos não me encaravam, sua bochecha encontrava-se levemente rosada em sinal de pura vergonha. Me levantei sem falar nada. Quase de imediato Granger levanta-se logo atrás de mim. — Nunca mais toque em mim. – Esbravejou com seus olhos afiados em minha direção. — Fica tranquila, não vou sujar mais minhas mãos. – Digo debochado sabendo que bem no fundo isso era mentira. Começamos a andar mais a fundo da floresta. Ouço um barulho e arregalo os olhos com o que vejo. — Granger. – Chamo ela baixinho ficando atrás da mesma. Ótimo agora estou duro e assustado. Eu não sou medroso mas isso que estou vendo é assustador. « Próximo capítulo em breve » •
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