CAPÍTULO 67 LUNA NARRANDO: Eu ainda estava sentada na cama, olhando para o vestido vermelho pendurado na porta do closet, quando o celular vibrou ao meu lado. O som foi curto. Mas suficiente para me tirar do pensamento. Peguei o telefone. Número salvo. Dodô. Meu estômago deu aquele nó automático que sempre dá quando é ele. Abri a mensagem. — O que você pensa que está fazendo? Indo no mercado. Depois fazendo compras em várias lojas. Meu maxilar travou. Como ele sabia? Eu respirei fundo e digitei rápido. — Dodô, já falei. Eu sei o que estou fazendo. Não precisa ficar me vigiando. A resposta demorou poucos segundos. — Eu preciso saber se você ainda lembra do nosso acordo. Eu joguei o celular na cama com força. — Chato do c*****o… — murmurei. Não era só chato. Era controlador. E

