No primeiro momento, eu apenas o rejeitei. Meu coração martelava no peito, uma confusão quente de raiva, vergonha e um desejo latejante que se espalhava pelo meu ventre.
— t*****r com você? Não sinto nada além de ódio e desprezo por você — soltei, tentando soar firme, mas minha voz saiu rouca.
Ian me encarou de cima, o corpo alto e imponente. Com seus quase 1,90m, ele parecia ainda maior no meu quarto pequeno. Eu, com meus 1,60m, me sentia minúscula diante dele. Ele deu um sorriso de canto, sem se abalar.
— Eu não tô pedindo pra você namorar comigo, Cloe. É isso que você precisa entender. A única coisa que eu posso te oferecer essa noite é prazer. Mas se você prefere continuar usando seu dedo aí… então continua.
Ele se virou, já prestes a sair. Meu corpo traiu minha mente.Eu ainda latejava, molhada e inchada do que eu fazia minutos antes. Os m*****s estavam duros, roçando no sutiã. Senti um vazio absurdo só de imaginar ele indo embora.
— Espera — murmurei rápido, a voz falhando. — Tudo bem. Mas com uma condição: ninguém, repito, ninguém deve saber disso. Especialmente o Lucas. Ele já me humilha demais sem motivo. Se ele souber disso, vai ser o fim pra mim.
Ian parou, virando-se com aquele olhar faminto que fez meu estômago apertar.
— Tudo bem, eu não pretendia mesmo contar pra ele. E mais uma coisa: não vou te beijar. Beijo é uma coisa muito íntima, muito próxima. Só vamos f********o, nada mais.
— Por mim tudo bem — respondi, sentindo o rosto queimar. — Como vamos fazer isso? Você tem camisinha aí?
Ele pegou a carteira no bolso de trás da calça jeans e tirou duas camisinhas, mostrando com um sorriso ousado e safado.
— Eu nunca saio de casa desarmado.
Meu corpo inteiro esquentou. Ian tirou a camisa devagar, revelando o peito largo e definido. A diferença de altura ficava ainda mais evidente agora — ele parecia dominar todo o espaço do quarto. Tirei o lençol, ficando só de calcinha e sutiã. Minhas mãos tremiam quando ele se aproximou. Com facilidade, ele me ergueu um pouco pela cintura, como se eu não pesasse nada, e tirou o resto da minha roupa. O ar fresco tocou meus s***s nus, deixando os m*****s ainda mais rígidos. Ele apertou um deles com a mão grande, girando o bico entre os dedos. Uma onda de prazer desceu direto para o meio das minhas pernas e escapei um gemidinho baixo.
Ele tirou a calça e a cueca. Seu p*u pulou livre, duro, grosso e bem maior do que eu imaginava. Engoli em seco, nervosa. Ian me virou de quatro na cama sem esforço, minhas mãos apoiadas no colchão. Ele abriu minhas pernas, os dedos longos passando pela minha entrada encharcada, sentindo o quanto eu estava molhada.
— c*****o, você tá pingando — murmurou rouco.
Senti a cabeça grossa do p*u roçando contra mim, pressionando minha entrada. Quando ele empurrou para dentro, soltei um gemido mais alto. A sensação era intensa: um ardor inicial enquanto ele me esticava, centímetro por centímetro. Com 1,90m de altura e aquele corpo, ele me preenchia completamente. Mordi o travesseiro, mas outro gemido escapou quando ele afundou até o fundo, os quadris batendo contra minha b***a.
— Shhh… — Ian cobriu minha boca imediatamente com a mão grande, o peito largo colado nas minhas costas. O peso dele sobre mim era dominante, quente. — Você não quer que o Lucas escute e venha ver que tô te comendo, né?
O aviso só me deixou mais excitada. Ele começou a se mover, primeiro devagar, depois com estocadas firmes e ritmadas. Cada vez que entrava fundo, eu sentia um prazer absurdo, como se ele acertasse um ponto secreto dentro de mim. Meus s***s balançavam a cada investida, os m*****s roçando no lençol. O som molhado e obsceno dos nossos corpos se chocando enchia o quarto. Eu estava tão molhada que escorria pelas coxas.
Ele apertava meus quadris com força, os dedos cravados na pele. O ritmo aumentou. Meu c******s pulsava, inchado e sensível. Quando ele desceu a mão e começou a esfregar ali, em círculos rápidos e precisos, minhas pernas tremeram violentamente. O prazer subia em ondas, cada estocada me levando mais perto do limite.
O orgasmo me acertou com força brutal. Meu corpo inteiro convulsionou, as paredes internas apertando o p*u dele ritmicamente enquanto ondas intensas de prazer explodiam. Gemi alto contra a palma da mão dele, os olhos revirando, o corpo tremendo sem controle. Ian não parou, continuando a meter fundo e rápido, prolongando meu g**o até eu estar ofegante, mole e sensível demais.
Ele gozou logo depois, grunhindo baixo contra meu ouvido, o corpo tensionando enquanto pulsava dentro de mim. Senti cada espasmo, mesmo com a camisinha.
Ficamos parados por alguns segundos, só a respiração pesada preenchendo o quarto. Meu corpo todo tremia. Havia uma dorzinha gostosa e latejante entre as pernas, misturada com a sensação de estar deliciosamente preenchida e agora vazia. Minhas coxas estavam molhadas, o meio das minhas pernas ainda inchada e sensível.
Ian saiu de dentro de mim devagar. Tirou a camisinha, deu um nó e vestiu as roupas rapidamente. Eu ainda estava nua, de quatro, tentando recuperar o fôlego e processar tudo que tinha acabado de sentir. Era minha primeira vez, e eu havia sido bem comida. Sem beijos. Sem carinho. Apenas sexo cru, intenso e proibido.
Assim que ele terminou de se vestir, ouvimos a voz de Lucas vindo da sala, alta e debochada:
— Ian? Você tá bem, cara? Tá difícil aí no banheiro? Que dor de barriga do c*****o foi essa? Vê se não destrói meu banheiro, hein!
Ian olhou para mim, deu um sorriso safado e respondeu alto o suficiente:
— Tô quase acabando aqui, relaxa!
Ele piscou para mim antes de destrancar a porta e sair, fechando-a silenciosamente atrás de si. Fiquei sozinha no quarto, o corpo ainda vibrando. Toquei de leve entre as pernas, sentindo a carne quente, inchada e molhada. Tinha perdido minha virgindade de forma tão real, tão crua… e, contra todas as expectativas, eu queria sentir aquilo de novo.