As meninas sentam-se à nossa frente, sérias e quietas, como se estivessem numa prova. Não sei o que Hasan disse a elas, mas até sinto pena delas. — Ok, vocês dois fiquem calmas e vamos lembrar. Ele diz, e eu imperceptivelmente o cutuco na lateral. Tipo, não seja cr*uel. Mas Khasanov se vira e olha para mim de tal maneira que eu me calo. Sento-me numa cadeira no canto e deixo que Marat cuide sozinho das suas meninas crescidas. Deixe-o saber melhor. Além disso, ambos parecem ter se acostumado e não parecem particularmente assustadas. — Bem, pai, nós lhe dissemos que não conhecíamos essa mulher. Diz Chris, de cabelos escuros, que se parece com o pai, com ar de reprovação. A sua amiga loira está sentada ao lado dela, igualmente concentrada. Em contraste com a bronzeada Christina, a pele d

