Capítulo 6

1033 Words
Ruggero ON: A karol se posicionou e começou o ensaio fotográfico, ela fez várias poses algumas sensuais ou mais simples, e devo confessar que ela é muito boa no que faz. Ela trocou algumas vezes de Look pra tirar as fotos. Depois de uns 20 minutos acabou, graças a deus não tava mais aguentando o Gastón com aquele sorriso pro meu anjo. As fotos dela ficou ótimas, ela é uma das melhores modelos daqui da minha agência, ela vai até o provador e troca de roupa voltando a usar sua roupa normal, e eu vi ela conversando com a Valentina, quando ia até ela dar os parabéns meu celular toca, saio do estúdio pra atender o mesmo e vou em direção da minha sala. Ligação on: Eu: - alô? Xxx: oi filho, sentiu saudades? - escuto aquela voz e sinto meu corpo tensionar e minha garganta secar - ficou sem voz seu imprestável Eu: o que o senhor quer? - falo com raiva mas por dentro estava quebrado, já tinha tempo que ele não me ligava - Pai: é desse jeito que vc fala com seu pai inútil? - pergunta bravo e eu suspiro triste - Eu; fala logo o que vc quer - falo sem paciência - Pai: estou avisando que estou voltando pra Buenos Aires filhinho - ele fala e sinto meus olhos se enchem de lágrimas, não pode ser - Eu: o que? Pra que? Já não basta tudo que vc já me fez? - pergunto com raiva mas minha voz vacila por conta do choro - Pai: vc mereceu, vc nem era pra estar no mundo seu bastardo, vc foi um erro - sinto minhas pernas tremerem e me sento no sofá não conseguindo segurar as lágrimas, essas palavras doi - vc é um fraco, nunca vai encontrar alguém que te ame de verdade, sabe pq? Pq vc é um ser desprezível Ruggero não merece ser amado Desligo a chamada não aguentando mais aquilo e abaixo minha cabeça chorando, sempre que ele me ligava era pra me maltratar, falar que eu era um erro, que eu não prestava pra nada entre outras coisas. Eu só queria ser feliz, ter alguém que me ama e me desse carinho e atenção. Coisa que eu nunca tive. Ouço alguém bater na porta e acho que deve ser o Michael - entra - falo com a voz rouca por conta do choro e vejo a Karol entrar - - senhor a Valentina pediu... - ela para de falar assim que o estado que estou e vem até mim preocupada - senhor Moretti vc tá bem? O que aconteceu? - me abraça por favor - peço deixando algumas lágrimas cair e ela fica surpresa mas vem até mim preocupada se sentando do meu lado, ela abre os braços e eu me aconchego em seus braços - porque eu tenho que ser um imprestável, um fraco, porque Karol - calma, shiiii, o senhor não é nada disso que vc está falando, vc é um homem forte e competente, vc acha que é fácil ser dono disso tudo aqui? Não, Mas o senhor conseguiu administrar, e é excelente no que faz, não fala isso - ela diz sorrindo e fazendo carinho no meu rosto - quer me contar o que aconteceu? Pq está chorando? - meu pai, ele me ligou quando eu ia falar com vc lá no estúdio, eu ia te dar os parabéns pela sessão de fotos aí meu celular tocou, sai de lá e vim pra minha sala atender, ele me disse tantas coisas Karol, que eu sou imprestável, inútil e um monte de coisas - falo soluçando e ela me aperta em seus braços - - shii calma o senhor não é nada disso, seu pai está totalmente errado - fala fazendo carinho no meu rosto e limpa minhas lágrimas - nunca deixe que os outros te rebaixe e nem te humilhe, ergue a cabeça e mostre pra ele que vc não é o que ele disse - fala se afastando um pouco e ergue meu queixo fazendo eu olhar pra ela - o senhor é um homem inteligente e sabe o que quer não deixem eles te abalarem - vc é um anjo, meu anjo - falo fazendo carinho no seu rosto angelical, fico admirado com tanta beleza e sabedoria que ela tem - desculpe por isso tudo, eu estava me sentindo muito m*l pelo ligação - tudo bem, está sentindo melhor? - pergunta e eu neguei abraçando ela de um modo que minha cabeça fica em cima dos seus s***s, olho pro seu seio e depois pra ela mas logo desvio o olhar - o que foi? - perguntou carinhosa e eu a olho negando - - nada não, posso ficar aqui mais um pouco? - falo fazendo uma carinha de cachorro que caiu de mudança e ela solta uma risada concordando - - nem parece o cara sério e intimidador que todos falam - ela fala e a olho incerto - - vc me acha um homem intimidador? - pergunto com receio e ela me olha espantada - - não acho não senhor, mas as maioria das pessoas falam que o senhor é sempre sério, arrogante, intimidador entre outras coisas - ela diz rindo e eu olho pra ela sorrindo - - não precisa me chamar de senhor, me sinto velho, me chama apenas de ruggero - falo e ela assentiu sorrindo - - sen... quer dizer ruggero, já está no meu horário, preciso ir - ela diz se afastando e eu olho pra ela desesperado - - nao pfv não vai embora, pq vc quer ir embora? Não gosta de ficar perto de mim? - falo a olhando desesperado com os olhos cheio de lágrimas e ela me olha de maneira carinhosa - - calma, claro que não, eu preciso ir embora pq tenho que almoçar - ela diz limpando minhas lágrimas e eu olho pra ela com medo - - pq vc não almoça comigo? Podemos almoçar juntos aí Depois te levo pra casa - falo esperançoso com a ideia e ela me olha duvidosa - por favor? Eu preciso falar com vc sobre um assunto sério
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