— Será que podemos conversar por um breve momento? Ela fala arqueando a sobrancelha, aguardando a minha resposta. Eu deixo de olhar para Marco e olho para ela. — É claro que sim! Dou um leve sorriso amarelo, e naquele momento eu esqueço tudo que aprendi deis do começo desse casamento e fico com vergonha, de todos aqueles olhares me encarando. — Me siga, por favor! Ela diz andando na minha frente, e eu apenas a sigo. Tentando não olhar para nenhuma das pessoas que estão na sala. Entramos em um escritório, muito grande coberto de livros, e naquele momento eu tenho uma lembrança. De estar em um escritório como esse. Antônio se aproxima de mim, e segura em rosto com força. — Você tem que aprender que precisa me obedecer, ou quer que todos descubram, que você não é mais honrada? Olhos escuros,

