Capítulo 11 – A Distância Que Dói

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Beatriz Os dias sem ele aprenderam a andar com peso. Acordo e é como se a cama tivesse metade do colchão a menos; caminho e o morro parece mais íngreme. Na clínica, anoto pressão, limpo corte, aplico soro — mas meu corpo trabalha no automático enquanto a cabeça pergunta, toda hora, se vale esperar por um homem condenado. A fila hoje tava maior. Criança com febre, pedreiro com ombro torcido, senhora com falta de ar. Nara me passou a prancheta e mordeu o lábio. — Você tá com a cabeça longe — disse, sem drama. — Minha cabeça foi junto com a viatura — respondi, tentando rir. — Eu sei. Mas aqui dentro o pessoal te olha. Cuida de você. Eu cuidei. Até o comentário vir. Uma mulher com lenço na cabeça cochichou alto o suficiente pra doer: — Essa aí vive defendendo bandido. Namorada de preso…

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