Prólogo
O Código do Clube
O Clube não nasceu do amor.
Nasceu da necessidade.
Homens que entenderam cedo demais que o mundo não respeita quem não impõe limites. Que prot£ção não é opção. Que posse é responsabilidade.
O Clube dos Homens Possessivos surgiu entre pactos fortes, acordos selados com aperto de mãos firmes e sangue. Não era apenas uma reunião de homens ciumentos — era uma Fraternidade.
E toda a fraternidade tem regras inquebráveis.
A primeira regra é lealdade absoluta.
Ao Clube.
Aos irmãos.
À mulher que carrega o seu nome.
A segunda regra é p******o acima de orgulho.
Um homem do Clube pode perder negócios, dinheiro, influência — mas nunca permite que a mulher que escolheu seja exposta, humilhada ou ameaçada.
A terceira regra é controle.
A fúria existe.
O ciúme também.
Mas ambos devem servir ao homem — nunca governá-lo.
A quarta regra é silêncio.
O que acontece dentro do Clube, permanece dentro do Clube.
E há uma última regra, a única que todos eles dominam completamente:
Quando escolher uma mulher, escolha para ficar.
Porque no Clube não existe posse temporária.
A antiga geração construiu impérios com instinto bruto.
A nova geração foi criada dentro desse código.
Eles não herdam apenas poder.
Herdam o peso.
E agora a Fraternidade está organizada.
Mais estratégica.
Mais refinada.
Mais perigosa.
O mundo pode até chamar de obsessão.
Eles chamam de compromisso.
E quando um homem do Clube diz “ela é minha”… NÃO VOLTA ATRÁS