— Você não precisa saber as respostas para todas as perguntas, garota. Espumando o gel nas palmas das mãos, passei as pontas dos dedos ao longo da curva de sua coluna molhada, tentando ignorar a dor em minha virilha. — Você está brincando comigo de novo? Se está, toda a minha vida está ladeira abaixo... — Não fuja de mim, e tudo em sua vida vai dar certo. As minhas palmas se moveram com confiança da parte inferior das costas até os seus ombros finos. — Como você é autoconfiante, Arte Aleksandrovich... Sarah começou a respirar mais rápido. Peguei uma esponja e coloquei mais gel nela. Mergulhando entre a axila e o seu cotovelo, demorei-me deliberadamente em seus seio*s pequenos e empinados. Fazendo massagem delicadamente com uma esponja. — Arte... — Uh? Eu sorri, queimando o seu pesco

