Arte tamborilou os dedos no vidro, ainda olhando para mim atentamente. Os seus olhos me absorveram completamente. — Artur... eu-devo... voltar... eu não posso deixá-lo... Ifeguei, tentando me esconder da invasão invisível do quase tangível tempestuosa energia circulando pelo meu corpo inocente. Os olhos dele ficaram presos ao nível do meu peito seminu: o horror e a escuridão engrossaram-se nas pupilas neg*ras de Arte, examinando constantemente a cavidade molhada. E esse brilho possuía... Causava tremores incontroláveis em meus membros. Com um movimento brusco, me abracei pelos ombros. — Não concordamos assim, Sarah. Eu mantive minha parte no acordo. Mas você não. Disse o homem quase silenciosamente, e a entonação enganosamente gentil de sua voz causou arrepios em minha pele. — O qu

