Capítulo 10

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Anu Acabei de sair do banho, estava no meu quarto escolhendo a minha roupa para o jantar. Esse bendito jantar. Onde estava com a cabeça para fazer esse convite? Meu celular começa a vibrar que está sobre a mesa de cabeceira, ao lado da minha cama. Estava enrolada numa toalha no meu corpo e a outra no meu cabelo, me sento e pego o telefone para ver. Mensagens do Alexandre. Anu, eu te amo. Estava me sentindo m*l por ter mentido para você sobre a cirurgia, mas não precisava ter me expulsado. Por favor, me perdoe por ter dado aquele tapa. Eu te amo. Até esqueço o meu orgulho por ter me traído. Olho para aquilo e jogo o celular na cama. Me levanto não acreditando naquilo que acabei de ler. Depois de bater no meu local de trabalho, na frente dos meus clientes, vem dizer que esquece o orgulho por tê-lo traído? É muito louco! Como posso ter sido casada com um cara desse por tanto tempo? Quer saber? Vou escolher a melhor roupa e vou me divertir nesse jantar. Vou para o meu guarda roupa, procuro por algum vestido, quando acho que cabe para essa ocasião.Um vestido todo de tule e renda preto, que ficou justo no meu corpo. Realçando o meu quadril. Coloquei um sapato de salto agulha vermelho. Decidi deixar os meus cabelos ondulados soltos. Já maquiada e arrumada, pego a minha bolsa selten de alça corrente, de cor preta. Vou para sala e esperar ele chegar. Dou uma olhada para o celular, falta um minuto para ele aparecer. Tomara que ele não erre o caminho. Ouço uma batida na porta, me levanto do sofá, que estava sentada esperando por ele. Abrir a porta, ele estava bem na minha frente. Tenho que dizer, está lindo demais. Está usando uma camisa preta de gola v que dava para ver seu peitoral. Meu Deus! E que peitoral! Está usando uma calça jeans preta manchada. Também estava segurando um buquê de rosas vermelhas. — Olá, desculpa… Sei que combinado era sete e meia, mas não aguentei e vim logo. Ah, isso aqui é pra você. — Me entrega o buquê. Admiro as rosas e sinto o perfume. — Tudo bem. Elas são lindas. Por favor, pode entrar. — Disse, ele entra no meu apartamento. Peço para ele esperar para eu poder colocar o buquê no vaso. Ele faz que sim com a cabeça. Vou para cozinha, abro um dos armários e consigo achar um vaso, vou até a pia e encho de água, em seguida coloco o buquê. Depois ponho o vaso no balcão. Pronto. Volto para sala, reparei que continua no mesmo lugar. Fico de longe observando ele. Devo estar louca por está saindo com esse menino? Anu pode até ser divertido e também vai ser hoje. Tenho toda certeza que não passa de hoje. Não custa nada fazer uma loucura de vez em quando. — Oi, podemos ir. — Me aproximei e disse. — Vamos então. — Ele disse, aponta para porta. Pego a minha bolsa e saímos do apartamento. Fomos para o elevador, apertou o botão para o terraço, onde fica o estacionamento. Disse, que veio de carro. Até aí tudo bem. Quando nos aproximamos do tal carro, nem acreditei. Cacetada! Era um Audi! Na cor vermelha! — Esse é seu carro? — Perguntei. Olhei para ele em choque. — Vamos dizer que sim. — Sorri. Pede para entrar no carro. Assim que colocamos o cinto, ele ligou o carro e saímos do estacionamento. Tenho que dizer, acho que esse jantar vai ser inesquecível!
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