David Eu não pensei direito quando levei Cecília para a minha cobertura. Mas como eu a deixaria em casa nesse estado? Definitivamente não era uma boa ideia. Então, depois de explica-la aonde estávamos, eu apenas aguardei para saber o que ela falaria diante disso. — Hm... Tudo bem. — Ela respondeu me surpreendendo por ela concordar tão facilmente. Saí do carro e dei a volta parando em frente a porta do passageiro. Como Cecília permaneceu dentro do carro, eu abri a porta e estendi a minha mão para que ela a pegasse. E naquele momento, ela estava tão frágil, que não questionou, nem no instante em que pegou minha mão, muito menos quando eu passei a minha mão em volta dela e a guiei para o elevador. Não sabia explicar de fato o que eu estava fazendo, mas não poderia deixá-la daquela forma.

